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Brasil cai 6 posições e flerta com lanterna em ranking

De 63 países analisados, o Brasil ficou em 58º lugar, segundo o Ranking Mundial de Talento do IMD. Na edição passada, o país ocupava a 52ª colocação

A falta de uma política que desenvolva habilidades individuais e a lentidão em absorver as inovações tecnológicas fizeram o Brasil perder seis posições e ocupar os últimos lugares em ranking de talentos do IMD World Competitiveness Center.

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De 63 países analisados, o Brasil ficou em 58º lugar, segundo o Ranking Mundial de Talento do IMD. Na edição passada, o país ocupava a 52ª colocação.

O ranking avalia como os países desenvolvem, atraem e retêm talentos para municiar empresas e criar valor no longo prazo.
Segundo o IMD, o país recuou em investimento e desenvolvimento, com reduções em gasto público com educação, em qualidade da educação primária e secundária, na implementação de programas de aprendizes e na priorização de treinamento de funcionários.

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No caso brasileiro, parte da volatilidade que fez com que o país perdesse as posições também pode ser reflexo do ano eleitoral, explica José Caballero, economista sênior no IMD. “É um ranking que captura os sentimentos deste ano em torno das eleições e das campanhas”, diz.

Ainda assim, o Brasil tem problemas estruturais que contribuíram para a piora observada na comparação anual, os principais sendo desigualdades econômica e social.

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