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Covas prepara troca de secretários e ‘início’ de gestão sem a sombra de Doria

O prefeito promoverá uma reforma nas secretarias da prefeitura, com a ideia de trocar diversos nomes e mesclar algumas pastas.

A vitória de João Doria (PSDB) em sua campanha para governador do estado marcou para o tucano Bruno Covas o início de um mandato inteiramente seu à frente da Prefeitura de São Paulo. Vice de Doria no município, ele herdou o cargo em abril após a saída do titular para disputar as eleições.

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Covas, então, promoverá uma reforma nas secretarias da prefeitura, com a ideia de trocar diversos nomes e mesclar algumas pastas. A Prefeitura de São Paulo deve perder progressivamente as feições empresariais que ganhou com Doria para dar lugar a políticos. Dessa forma, Covas contempla o meio político no qual se criou e já começa a estabelecer relações tendo a reeleição em vista.

De saída, dois secretários próximos a Doria deixarão a gestão municipal: Filipe Sabará, de Assistência Social, que assumirá cargo no governo do estado (ainda não se sabe se como secretário ou como CEO de Assistência Social); e Wilson Poit, de Desestatização, que não aceitou convite do futuro governador para participar da administração estadual em pasta similar. Suas saídas seriam anunciadas ontem.

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Secretário da Casa Civil, o vereador Eduardo Tuma (PSDB) disputará a posição de presidente da Câmara Municipal e tem amplo favoritismo na disputa com Fernando Holiday (DEM). Dessa forma, também deixará seu cargo no final do ano.

O secretário de Comunicação Fábio Santos também deve deixar o posto para tocar projetos pessoais. Ele foi convidado para participar da estratégia de comunicação do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), mas não deve aceitar.

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Bruno Covas ainda estuda nomes para ocupar todas essas pastas.

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