Quinta, 26 Mai 2022

Com 3,2 milhões de moradores, RMC cresce acima da média no país

Com 3,2 milhões de moradores, RMC cresce acima da média no país

Somos 3.264.915 pessoas vivendo em uma área de 3.792 quilômetros quadrados de 20 municípios integrantes da RMC (Região Metropolitana de Campinas). Ao

Somos 3.264.915 pessoas vivendo em uma área de 3.792 quilômetros quadrados de 20 municípios integrantes da RMC (Região Metropolitana de Campinas).

Ao menos, esta é a projeção populacional oficial do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada ontem pelo órgão federal.

O crescimento da população de 2018 para 2019 foi de 1,26% na RMC, superando o índice nacional, de 0,79% no ano.
A RMC é a 10ª mais populosa do país, atrás apenas de regiões metropolitanas das capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Recife, Salvador, Curitiba e do Distrito Federal.

Os dados do IBGE consideram a composição das Regiões Metropolitanas registrados em 31 de dezembro de 2018.
Campinas, com uma população total de 1.204.073 pessoas, ocupa a 14ª colocação entre os municípios brasileiros com mais de um milhão de habitantes.

Entre as 15 cidades com população superior a esta marca, 13 são capitais estaduais. As exceções do grupo são Campinas e Guarulhos (SP), cuja população estimada é de 1.379.182 moradores.

Os números divulgados ontem se referem a 1º de julho deste ano, segundo o órgão federal.

CIDADES

Os municípios da RMC com o maior índice de crescimento populacional foram Itatiba e Paulínia, que terá eleição suplementar para a escolha de um novo prefeito no próximo domingo (1º).

O total de moradores de cada uma das cidades cresceu 2,5% - mais que triplo da taxa de crescimento populacional do país. Itatiba, que em 2018 tinha 119.090 habitantes, hoje soma 120.858 moradores. Já em Paulínia este total saltou de 106.776 para 109.424 cidadãos.

Em Americana, a taxa de crescimento geométrico da população foi de 1% - a mesma de Santo Antônio de Posse. Americana, segundo o IBGE, passou de 237.112 para 239.597 habitantes e, Santo Antônio de Posse, de 23.085 para 23.310 (um incremento de 225 pessoas no ano).

A população de Nova Odessa e de Sumaré cresceram na mesma proporção, de 1,4% ao ano.


NÚMEROS DE SANTA BÁRBARA SÃO CONTESTADOS POR AUTORIDADES

A estimativa do IBGE que aponta Santa Bárbara d'Oeste com 193.475 habitantes foi contestada ontem pela prefeitura e por dois dos 19 vereadores. Para a Administração, a cidade passa por "intensa transformação urbana, econômica e política" desde 2013 - ano da posse do primeiro mandato do prefeito Denis Andia (PV), reeleito em 2016.

De acordo com o IBGE, a população cresceu 0,5% no último ano, passando de 192.536 moradores em 2018 para 193.475 em 1º de julho deste ano - 939 pessoas a mais vivendo na cidade em 2019. "A estimativa de população feita pelo IBGE baseia-se sempre em algumas informações geoeconômicas e, principalmente, nos últimos censos. Já se passaram nove anos após o último censo e desde 2013 Santa Bárbara passa por uma intensa transformação urbana, econômica e política, com um número recorde de aprovação de empreendimentos, já executados, em execução e pedidos de aprovação de novos projetos", argumentou a prefeitura.

Para a Administração, a "metamorfose" da cidade só será captada pelo IBGE no próximo recenseamento, em 2020.
O vereador Dr. José (PSDB) fez análise semelhante. "Particularmente acho um absurdo essa projeção, que não leva em conta os novos empreendimentos lançados nos últimos anos. É como se esses novos imóveis não tivessem recebido moradores, afirmou.

O vereador Carlos Fontes (PSD) também estranhou o resultado. "Tenho 51 anos e nunca fui entrevistado pelo IBGE. Vou buscar informações e se possível, pedir a recontagem, com o apoio do prefeito", declarou.

 

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