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Deic já investiga cinco criminosos no caso de explosivos em Hortolândia

A Polícia não revela detalhes para não prejudicar as investigações, mas os explosivos teriam sido roubados

Com um IP (Inquérito Policial) já instaurado, a Polícia Civil, através da 4ª Delegacia Patrimônio (Investigação sobre Roubo a Condomínio), do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), está investigando ao menos cinco criminosos, todos envolvidos em grandes golpes em várias regiões do estado, em relação a apreensão de 200 quilos de explosivos, ocorrida, na quinta-feira (7), em uma casa do Jardim Nossa Senhora Auxiliadora, em Hortolândia.

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A Polícia não revela detalhes para não prejudicar as investigações, mas os explosivos teriam sido roubados, há um ano, de uma pedreira. Os policiais não revelam em qual cidade ocorreu o roubo. Esta semana, vítimas do roubo devem ir ao Deic- São Paulo para confirmar o reconhecimento dos produtos, que, a pedido da Polícia Civil, foram recolhidos por equipes do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais), da Polícia Militar, que é especialista em ocorrências que envolvam explosivos.

O Deic-SP acredita que a quadrilha, que já conta com cinco investigados, seja ainda maior e contará com os trabalhos de peritos do IC (Instituto de Criminalística) da Capital, que podem confirmar a utilização de outros lotes dos explosivos apreendidos em Hortolândia em casos de grande repercussão no estado, como assaltos a carros-fortes e explosões em agências bancárias e bases de transportadoras de valores. A Polícia Civil não revelou se está ou não identificada ou mesmo presa, a pessoa que seria proprietária ou teria alugado a casa onde estavam os explosivos.

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Segundo os policias, os explosivos estavam estocados na área de lazer da casa e a suspeita é que o imóvel servia como base de distribuição dos explosivos. A localização do Jardim Nossa Senhora Auxiliadora é estratégica, pois o bairro é literalmente cercado por rodovias, sendo uma delas municipal e outras três estaduais, que estão entre as principais da RMC, como são os casos das rodovias Anhanguera (SP-330), Bandeirantes (348) e a Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101), conhecida como Campinas- Monte Mor.

O bairro fica oito quilômetros do Complexo Penitenciário da divisa entre Campinas e Hortolândia.

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