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Educação: tecnologia com valores humanos

Novos métodos buscam transformar aluno em protagonista na sociedade

Em tempos de tecnologia avançada e informações on-line, as escolas precisam se reinventar, sem perder os valores humanísticos e solidários. É consenso, entre os educadores, que já não existe mais espaço para a passividade das aulas expositivas, lousas demarcadas, memorização, repetição de exercícios. Hoje, o espaço físico onde a criança estuda precisa ser um microcosmo da situação externa, onde o cidadão enfrenta os dilemas nas esferas social, ambiental, econômica e política. 

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Diante de tais desafios, os educadores procuram transformar os alunos em protagonistas dentro do processo educativo. Buscam-se novas metodologias de aprendizado, que capacitem o estudante ao papel que ele vai ter na comunidade. 

O espaço da escola precisa ser um educador, e os professores precisam ter formação continuada, adequando o projeto pedagógico à realidade. 

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Na região, existe um Núcleo de Educação Integrada fundado com estes propósitos. Ele é mantido em Santa Bárbara d’Oeste pela Fundação Romi, grupo que investe na promoção do desenvolvimento social e humano. 

A diretora do núcleo é a educadora Ericka Vitta. “O espaço que os alunos convivem e interagem são fundamentais para estimular a curiosidade, despertar para situações no dia a dia, contribuir para o aprendizado”, diz. 

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Na visão dela, a educação moderna exige a formação plena, com alunos estimulados e comprometidos com as transformações sociais. 

A escola, no caso, precisa ser formada por pessoas que pregam a liberdade, o trabalho, a dedicação, o respeito. O ambiente escolar precisa ser um modelo de uma comunidade saudável onde não pode haver espaço para intolerância, bullying, racismo, preconceitos. Onde cada aluno percebe a própria importância e o próprio valor. 

Ir à escola, neste contexto, deixa de ser uma obrigação chata. De acordo com a educadora, se procura estabelecer vínculos. “É fundamental que as crianças e adolescentes e jovens se sintam como parte do local que vivem e convivem”, afirma. Um processo que, no caso da Fundação Romi, é aprimorado desde os anos 90, e se estende aos ensinos Infantil, Ensino Fundamental e Médio. 

Por meio de desafios e vivências laboratoriais, se faz do aluno um agente ativo da própria formação com o desenvolvimento da autonomia e o estímulo às competências socioemocionais. 

MEIO SÉCULO DE AÇÃO SOCIAL 

A Fundação Romi, há meio século, investe na educação e na cultura. O grupo é pioneiro na realização de ações sociais que beneficiam de 30 mil pessoas. E também mantém, em Santa Bárbara, o elogiado Centro de Documentação Histórica para a difusão da memória local, aberto a toda a comunidade. Também integra o grupo a Estação Cultural, que promove oficinas livres, culturais e de formação, projetos de fomento à economia criativa, de elevação do status cultural e de ações socioeducativas. 

SAIBA MAIS 

Interessados em obter informações detalhadas sobre o programa pedagógico podem acessar: www.fundacaoromi.org. br/nei 

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