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Ex-prefeito de Paulínia perde no TSE e cidade terá nova eleição

Tribunal rejeita recurso de Dixon Carvalho para reassumir cargo de prefeito

Os eleitores de Paulínia terão de ir às urnas mais uma vez, ainda este ano, escolher um novo prefeito em eleição suplementar.

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Em votação unânime na noite de ontem, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em Brasília (DF), negou provimento ao recurso especial proposto pelo prefeito cassado de Paulínia, Dixon Carvalho (PP), que tentava reassumir o cargo perdido no ano passado. Os mandatos de Dixon e de seu vice, Sandro Caprino (PRB), foram cassados por abuso de poder econômico na eleição de 2016, vencida por eles.

A presidente do TSE, ministra Rosa Weber, determinou que a Justiça local seja comunicada do resultado, para convocar novas eleições em 90 dias.

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Desde que Dixon foi afastado do cargo, no final do ano passado, Paulínia já teve mais dois prefeitos: o vereador Du Cazellato (PSDB), que permaneceu no cargo de novembro a janeiro deste ano; e o atual, Antonio Miguel Ferrari (DC), o “Loira”, exercendo o cargo desde meados de janeiro.

Assim que a cidade for novamente às urnas para eleger prefeito, será a 13ª troca no Executivo de Paulínia desde 2013.

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EM BRASÍLIA

Durante o julgamento ontem, o MPE (Ministério Público Eleitoral) defendeu que não cabia a análise do processo ao TSE, uma vez que o assunto estava esgotado pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) – que, em sessão de 15 de agosto do ano passado, manteve a decisão pela cassação do mandato de Dixon Carvalho.

Para o MP, o recurso do ex-prefeito não apresentou questionamentos à legislação que devessem ser sanados pela corte máxima da Justiça Eleitoral.

A advogada de Dixon, Marilda de Paula Silveira, defendeu a regularidade das transações declaradas na prestação de contas.

Em seguida, o relator do processo, ministro Edson Fachin, apelou pela manutenção da decisão do TRE.

Após a decisão do TSE ontem à noite, o TODODIA não conseguiu contato com o prefeito cassado.

Sandro Caprino, vice cassado, declarou que o resultado era esperado.

“O que fico tranquilo é em relação à minha pessoa. Toda a discussão foi em cima do Dixon. Eu não participei de nada, não assinei nada, não abri conta, não abri CNPJ, eu não tenho nada a ver”, disse.

 

 

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