sexta-feira, 10 abril 2026

Na Câmara, secretário pede que vereadores ajudem a ‘conscientizar’

O secretário de Saúde de Americana, Danilo Carvalho, esteve presente na sessão desta quinta-feira (11) da Câmara. Em sua primeira ida à Casa de Leis, Dr. Danilo confirmou que é o pior momento da pandemia na cidade e no País e fez apelo aos vereadores para que ajudem na conscientização das medidas sanitárias para que a população fique em casa.

O médico sanitarista frisou que a procura por leitos tem aumentado em todos os lugares e que Americana vai praticamente dobrar a capacidade de atendimento de coronavírus no Hospital Municipal. “Passaremos em breve para até 30 leitos de UTI e 30 de enfermaria. Muitas cidades estão atrás de recursos humanos e materiais. Cobrei celeridade da empresa de RH e da empresa que aluga respiradores mecânicos.” Funcionários de outros estados devem ser contratados.

Ele citou a importância de a Prefeitura aderir ao consórcio para a compra de vacinas. “É nossa maior arma, creio que com a vacinação em massa teremos êxito.” O secretário pediu o apoio dos vereadores para trazer recursos para comprar vacinas, e fez um apelo. “Só aumentar os leitos não vai ser suficiente se não cumprirmos os protocolos sanitários. Senão, teremos mais complicações. Vocês, vereadores, que representam o povo, devem cada vez mais conscientizar a população, trabalhar a questão do uso de máscara, de higienizar as mãos, de manter distanciamento social.”

O secretário afirmou que é o pior momento da pandemia em Americana e em todo o Brasil. “Temos que informar que os casos são crescentes e os hospitais estão lotados. Sabemos das dificuldades econômicas que a pandemia impõe, mas é preciso cautela e cumprir os protocolos sanitários.”

Dr. Danilo revelou que os prefeitos vizinhos cogitam cobrar do Governo do Estado um hospital de campanha regional, que ampliasse a capacidade de leitos das cidades da região. O secretário disse que a fiscalização das medidas sanitárias na cidade não é maior e mais efetiva por falta de funcionários. “Temos um déficit que limita a fiscalização.”

O secretário lamentou aque a Prefeitura terá que devolver R$ 22 milhões para a Secretaria Estadual de Saúde de obras na área que não foram finalizadas em gestões passadas. “Além disso, tivemos que devolver cerca de R$ 2 milhões para o Ministério da Saúde da mesma situação. O prefeito tem buscado parcelamento. O intuito é devolver, mas não queremos prejudicar o nosso orçamento bem agora.”

 

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