Vereadores arquivam solicitação feita por empresário de Cajamar (SP), que venceu licitação e acusa prefeitura de não cumprir contrato superior a R$ 2 milhões
A Câmara de Nova Odessa rejeitou nesta quarta-feira (3) um pedido de instauração de uma Comissão Processante para investigar supostas irregularidades e possível cassação do mandato do prefeito Cláudio Schooder, o Leitinho (PSD).
O pedido – feito no último dia 25 de outubro por um empresário da área de saúde, vencedor de uma licitação na prefeitura – foi arquivado após ser rejeitado por oito vereadores – neste caso, somente o presidente da Câmara, Elvis Ricardo Maurício Garcia, o “Pelé” (PSDB), não vota.
O empresário Richard Vieira Montilha, sócio da WCR Medicina Diagnóstica Ltda., de Cajamar (SP), que entrou com o pedido contra o prefeito alega que, apesar de o contrato entre sua empresa e a prefeitura, no valor previso de mais de R$ 2,2 milhões, ter sido assinado no início do ano para o fornecimento de exames de ultrassonografia, até agora a WCR não teria recebido ordem de serviço para início da prestação do serviço.
Ainda segundo o empresário, a empresa que presta o serviço ao município estaria com o contrato vencido e praticando preço mais alto do que aquele ofertado por ele na licitação, o que caracterizaria improbidade administrativa por parte do prefeito.
Após a leitura do pedido de Comissão Processante que poderia levar à cassação do mandato do prefeito, os vereadores não discutiram a solicitação, apenas realizam a votação.
Como o pedido não foi recebido (os vereadores rejeitaram a instauração da comissão processante), o caso foi arquivado.
No uso da Tribuna Livre, alguns vereadores comentaram sobre a possibilidade de uma comissão.
O vereador Sílvio Natal, o “Cabo Natal” (Avante), defendeu que os fatos deveriam ser apurados, mas em “uma sindicância, não a cassação do prefeito”.
O pedido – feito no último dia 25 de outubro por um empresário da área de saúde, vencedor de uma licitação na prefeitura – foi arquivado após ser rejeitado por oito vereadores – neste caso, somente o presidente da Câmara, Elvis Ricardo Maurício Garcia, o “Pelé” (PSDB), não vota.
O empresário Richard Vieira Montilha, sócio da WCR Medicina Diagnóstica Ltda., de Cajamar (SP), que entrou com o pedido contra o prefeito alega que, apesar de o contrato entre sua empresa e a prefeitura, no valor previso de mais de R$ 2,2 milhões, ter sido assinado no início do ano para o fornecimento de exames de ultrassonografia, até agora a WCR não teria recebido ordem de serviço para início da prestação do serviço.
Ainda segundo o empresário, a empresa que presta o serviço ao município estaria com o contrato vencido e praticando preço mais alto do que aquele ofertado por ele na licitação, o que caracterizaria improbidade administrativa por parte do prefeito.
Após a leitura do pedido de Comissão Processante que poderia levar à cassação do mandato do prefeito, os vereadores não discutiram a solicitação, apenas realizam a votação.
Como o pedido não foi recebido (os vereadores rejeitaram a instauração da comissão processante), o caso foi arquivado.
No uso da Tribuna Livre, alguns vereadores comentaram sobre a possibilidade de uma comissão.
O vereador Sílvio Natal, o “Cabo Natal” (Avante), defendeu que os fatos deveriam ser apurados, mas em “uma sindicância, não a cassação do prefeito”.
O vereador Wagner Morais (PSDB) também afirmou que o assunto é sério, mas não para comissão. “Comissão Processante é uma investigação muito séria. Imagine se cada empresário que perde um processo licitatório protocolar um pedido de cassação do prefeito?”, disse.





