Sábado, 28 Mai 2022

Operação especial acaba com 30 presos na região

Operação especial acaba com 30 presos na região

A Polícia Civil concluiu ontem a Operação Midas, desencadeada em todo o país para o cumprimento de mandados de prisão. Nos nove municípios de responsa
A Polícia Civil concluiu ontem a Operação Midas, desencadeada em todo o país para o cumprimento de mandados de prisão. Nos nove municípios de responsabilidade da Delegacia Seccional de Americana, 30 pessoas foram presas e nove adolescentes foram apreendidos.
 
Nas nove cidades da Delegacia Seccional de Americana (Americana, Santa Bárbara d'Oeste, Nova Odessa, Sumaré, Hortolândia, Monte Mor, Cosmópolis, Engenheiro Coelho e Artur Nogueira), dos 30 adultos presos, 22 prisões são por mandato e oito em flagrante por tráfico de drogas.
 
Na região, foram apreendidas 866g de cocaína, 210g de maconha, 211g de crack e duas armas de fogo. Também foram cumpridos 14 mandados de busca.
 
A Operação Midas é a segunda megaoperação de cumprimento de mandados de prisão realizada este mês na região. No dia 13, na região da Seccional de Americana, 37 mandados de prisão foram cumpridos em operação conjunta com a Polícia Militar.
 
Em todo o Estado de São Paulo foram realizadas 1.750 prisões ou apreensões. Além disso, 73 veículos foram recuperados, 60 armas de fogo apreendidas, assim como substâncias ilícitas, entre elas, 1 tonelada de maconha, 78,6 kg de cocaína e 8,5 kg de crack.
 
Em São Paulo, 5.258 policiais civis e 2.003 viaturas participaram da operação.
 
NACIONAL
A Operação Midas foi apresentada anteontem pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Entre as justificativas da operação está a de que o dinheiro roubado, principalmente de carros-fortes e de caixas eletrônicos, acaba sendo usado por facções para a prática de outros crimes, como tráfico de drogas, contrabando e até mesmo financiamento de campanhas políticas.
 
O único estado que não participou da Operação Midas foi o Amazonas. Segundo Jungmann, o latrocínio é o crime que mais assusta porque é o que resulta em maior número de delitos.
De acordo com ele, trata-se de um tipo de crime que acaba servindo para financiar outras práticas criminosas, cometidas pelas cerca de 70 facções criminosas existentes no Brasil. "O roubo a caixas eletrônicos têm acontecido em quantidade de milhares ao ano. Nossos setores de Inteligência informam que ele serve de capital de giro para as facções, para o financiamento de outras atividades, como tráfico de drogas, contrabando, descaminho e tantas outras operações que são promovidas pelo crime organizado."
 

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