A região formada por Americana, Hortolândia, Nova Odessa, Santa Bárbara d’Oeste e Sumaré chegou hoje à marca de 2.226 mortes por Covid-19, após confirmar 48 óbitos, o terceiro maior número de mortes em apenas um dia desde o início da pandemia.
O grande número de mortes confirmadas é atribuído pelas prefeituras ao represamento de dados, uma vez que os óbitos ocorreram ao longo das últimas semanas e o resultado dos testes que confirmam que o paciente morreu com Covid-19 só chegaram agora.
Mesmo assim, o número de óbitos no último mês acende um alerta. No dia 23 de março, há pouco mais de um mês, quando a região teve o seu recorde de óbitos em apenas um dia, com 50 casos, o número total de mortes pela doença era de 1.569. Hoje, a região quase igualou o recorde, com 48 mortes confirmadas, e chegou à marca de 2.226 óbitos, número 41% maior que o registrado há um mês.
Sumaré segue liderando com folga o ranking de óbitos na região, chegando hoje a 671 óbitos, sendo 17 confirmados só nesta data.
Com 14 mortes confirmadas hoje e 487 ao todo, Americana é a segunda da região neste índice. Conforme informações da prefeitura, as vítimas tinham entre 47 e 83 anos e morreram entre os dias 20 e 25 de abril.
Em Santa Bárbara d’Oeste, foram confirmadas mais 12 mortes pela doença hoje, totalizando 470 casos. Eram moradores da cidade com idade entre 40 e 78 anos, que perderam a vida para a Covid-19 entre os dias 16 e 26 de abril.
Hortolândia somou mais cinco óbitos, chegando a 460. Apenas Nova Odessa não teve óbitos registrados nesta segunda e segue com 138 mortes confirmadas pela doença.
AMERICANA
A situação dos leitos de Covid-19 em Americana segue complicada, após uma semana de leve alívio. Hoje, a taxa de ocupação é de 85% nos leitos com respiradores (de 65 no total, 55 estavam ocupados) e de 87% em leitos sem respiradores (de 80 no total, 70 estavam ocupados).
No Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, a taxa de ocupação é de 69% nos leitos de UTI (18 de 26) e 90% na enfermaria (27 de 30). No Hospital São Lucas, todos os 11 leitos com respiradores estão ocupados, restando dez de 16 sem respiradores.
No Hospital São Fra ncisco, os dez leitos com respiradores também estão ocupados, assim como 12 dos 14 sem respiradores. No Hospital Unimed a taxa é de 89% nos leitos com respiradores (16 de 18) e de 78% nos leitos sem respiradores (14 de 18).




