RMC elege menos representantes

Com 11 deputados federais e estaduais eleitos, região vê bancada encolher em relação às últimas eleições

A RMC (Região Metropolitana de Campinas) perdeu cadeiras no Legislativo pela segunda eleição seguida. Entre deputados estaduais e federais, a região elegeu 11 representantes. Nas eleições de 2014, foram 13 eleitos, entre federais e estaduais, o que também representou uma redução em relação ao pleito de 2010, quando 15 foram eleitos (se considerados suplentes que assumiram posteriormente naquele ano, o número chega a 18).

 

Dos seis eleitos ontem para a Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) nas 20 cidades da RMC, quatro são novatos: a professora Valéria Bolsonaro (PSL), de Campinas, o vereador Rafa Zimbaldi (PSB), também de Campinas, o ex-vereador Bruno Ganem (Podemos), de Indaiatuba, e o vereador Dirceu Dalben (PR), de Sumaré.

 

Os que se reelegeram para a Assembleia foram Cauê Macris (PSDB), de Americana, e Rogério Nogueira (DEM), de Indaiatuba.

 

Por outro lado, três deputados estaduais não conseguiram se reeleger: Chico Sardelli (PV), de Americana, que estava no quinto mandato; Célia Leão (PSDB), de Campinas, sétimo mandato; além de Davi Zaia (PPS) e Feliciano Filho (PRP), ambos de Campinas, que estão em segundo mandato.

 

FEDERAL
Já para o Congresso Nacional, não houve nenhum estreante da região entre os vitoriosos, apenas reeleições.

 

Cinco representantes da RMC garantiram mais quatro anos de mandato no Congresso. São eles: Vanderlei Macris (PSDB), de Americana, Carlos Sampaio (PSDB), de Campinas, Paulo Freire (PR), de Campinas, e Orlando Silva (PCdoB) e Roberto Alves (PRB), todos de Campinas.

 

Entre os que três não conseguiram se reeleger, dois estavam no primeiro mandato: Ana Perugini (PT), de Hortolândia e Luiz Lauro Filho (PSB), de Campinas. Já Roberto Alves (PRB), de Campinas, ficou como suplente em 2008 e assumiu em 2009; depois, se elegeu em 2014.

 

Com a derrota de Ana Perugini, o PT não tem mais nenhum deputado da RMC eleito, tanto para a Assembléia Legislativa quanto para o Congresso Nacional.

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