
A Câmara Municipal de Santa Bárbara d’Oeste aprovou nesta terça-feira (31) o projeto que cria a Taxa de Manejo de Resíduos Sólidos, conhecida como taxa de lixo, enviado pela prefeitura após recomendação do MP (Ministério Público). Caso seja sancionada pelo prefeito Rafael Piovezan, a cobrança terá vigência a partir de 1º de janeiro de 2027, e englobará coleta, transporte, tratamento e destinação final do lixo.
A medida atende ao Novo Marco Legal do Saneamento Básico, que exige sustentabilidade financeira para manejo de resíduos. O MP alertou que a ausência de cobrança configura renúncia de receita e pode bloquear recursos federais para saneamento.
Recursos exclusivos para limpeza urbana
A prefeitura afirma que o valor arrecadado será usado só em serviços de limpeza urbana, liberando outros recursos para Saúde, Educação e Segurança. A taxa incide sobre proprietários ou possuidores de imóveis com serviço disponível e geração de até 200 litros de resíduos por dia. Grandes geradores ficam responsáveis pela própria gestão.
Há isenção para famílias de baixa renda em programas sociais federais, mediante solicitação e critérios. Pagamento à vista tem 10% de desconto ou em até 10 parcelas.
Cálculo varia por imóvel e uso
Em caso de atraso, aplica-se multa e possível inscrição em dívida ativa. O valor é calculado pelo custo do serviço dividido pelo número de imóveis, variando conforme padrão de construção e uso do imóvel.

Votaram Sim:
- Arnaldo Alves
- Alex Dantas
- Gustavo Bagnoli
- Jôi Fornasari
- Cabo Dorigon
- Juca Bortolucci
- Lúcio Donizete
- Marcelo Cunary
- Felipe Corá
- Careca do Esporte
Votaram Não:
- Carlos Fontes
- Isaac Motorista
- Celso Ávila
- Paulo Monaro
- Tikinho Tk
- Esther Moraes
- Rony Tavares
- Wilson da Engenharia
Obs: O Presidente da Câmara, Kifú, não vota.





