segunda-feira, 6 abril 2026

Santa Bárbara também vai a consórcio

A Câmara aprovou na sessão de ontem projeto de lei da prefeitura que permite que Santa Bárbara faça parte do consórcio para a compra de vacinas contra o coronavírus. Foi a última Casa de Leis da região a receber o projeto para votação e aprová-lo.

A Prefeitura de Santa Bárbara foi também a última a declarar interesse em aderir ao consórcio.

Na semana passada, o vereador Celso Ávila (PV) fez moção de apelo para que o prefeito Rafael Piovezan (PV) fizesse o projeto que inclui Santa Bárbara no consórcio. Dias depois, o Executivo enviou para votação em urgência.

O projeto ratifica o protocolo de intenções firmado entre os municípios, com a finalidade de adquirir vacinas para combate à pandemia do coronavírus, assim como medicamentos, insumos e equipamentos na área da saúde. De acordo com a propositura, o protocolo de intenções firmado, após sua ratificação, será convertido em contrato de consórcio público.

“É uma alternativa que Santa Bárbara encontrou para tentar aumentar a vacinação. A cidade tem que levantar a mão e dizer: estamos fazendo algo pela população”, disse Nilson Araujo (PSD). Celso Ávila agradeceu o atendimento do apelo e frisou: “temos que tentar o bem e não pecar por omissão”.

O presidente da Casa, Joel do Gás (PV), frisou a importância de facilitar o caminho “para a aquisição de mais vacinas para Santa Bárbara”.

Foi aprovado ainda outro projeto do Executivo, que altera lei municipal, sobre a criação do Conselho Municipal das Pessoas Portadoras de Deficiência e a instituição da Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

A proposta prevê a nomeação de duas pessoas com deficiência dentre os membros do conselho, “a fim de assegurar representatividade e melhor conhecimento quanto à realidade de suas ações”.

CADASTRO

A vereadora Esther Moraes (PL) destacou preocupação com a democratização do acesso ao cadastro de vacinação contra o coronavírus para idosos das regiões mais pobres de Santa Bárbara. Esther revelou que pediu à Secretaria de Saúde números para entender de onde são os idosos cadastrados e quais bairros tiveram maior e menor adesão.

“Espero que não, mas tenho suspeita que os bairros e regiões mais pobres da cidade, onde idosos não têm internet, não estão se cadastrando, de que estamos deixando eles para trás”, afirmou a vereadora.

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