quinta-feira, 26 fevereiro 2026
MONKEYPOX

Saúde de Sumaré confirma primeiro caso de monkeypox em 2026

Paciente de 37 anos, morador da Área Cura, foi atendido no Hospital Ouro Verde, em Campinas, e já recebeu alta; município teve duas notificações e uma foi descartada.
Por
Vagner Salustiano

A Secretaria Municipal de Saúde de Sumaré, por meio da Vigilância Epidemiológica, confirmou na quarta-feira (25) o primeiro caso de monkeypox (mpox) em 2026 no município. Segundo a pasta, o paciente é um homem de 37 anos, morador da Área Cura, atendido no Hospital Ouro Verde, em Campinas, com início de sintomas em 1º de janeiro e boa resposta ao tratamento, já com alta médica.

A superintendente de Vigilância em Saúde, Denise Barja, informou que, até o momento, Sumaré registrou duas notificações de mpox, sendo que a outra foi descartada. Ainda segundo dados citados no balanço, o Ministério da Saúde contabiliza 88 casos confirmados de mpox no Brasil em 2026, ante 215 no mesmo período do ano passado, e o total teria passado de 48 confirmações em 20 de fevereiro para 88 em menos de uma semana. O texto também informa que não há mortes registradas no Brasil neste ano e que, em 2025, o país teve 1.079 casos e duas mortes.

A mpox é uma doença viral, da mesma família da varíola. Foto: Agência Brasil

Rede municipal e onde buscar atendimento
Denise Barja afirmou que a Rede Municipal de Saúde está apta a atender eventuais pacientes e que as unidades estão preparadas para realizar o diagnóstico. A orientação é procurar a unidade de saúde mais próxima em caso de sintomas; se houver necessidade de coleta de exame, o paciente será encaminhado ao Cresser (Centro de Referência em Saúde Sexual e Reprodutiva).

O que é mpox, transmissão e prevenção
A mpox é uma doença viral da mesma família da varíola, com transmissão principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou objetos contaminados, segundo a Secretaria. Entre as medidas preventivas citadas estão higienizar as mãos com frequência, evitar compartilhar objetos de uso pessoal e manter distância de pessoas com suspeita da doença.

Sintomas
Os sintomas mais comuns citados incluem febre, dor de cabeça, ínguas e lesões na pele, que podem aparecer no rosto, mãos, pés, genitais e outras regiões do corpo. O texto afirma que, na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve, mas que pessoas com imunidade comprometida têm maior risco de complicações.

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