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Mais produtividade

Vender mais, aumentar o número de clientes, elevar o faturamento, reduzir gastos. Esses são alguns dos desafios cotidianos do empreendedor. Porém, há um aspecto que se tornou um verdadeiro calcanhar de aquiles das empresas e do próprio Brasil: a baixa produtividade.

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Em evento sobre o tema, realizado pela Fecomércio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) há poucos meses, especialistas apontaram as carências na educação profissional como um dos principais motivos para a baixa produtividade.

Segundo eles, temos perdido posições ao longo dos anos nesse quesito. Em 1980, nossa produtividade era bem superior à chinesa, por exemplo. Atualmente, a China nos deixou comendo poeira e ficamos atrás também de países africanos com economias menores que a nossa.

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Outros dados mencionados no evento: o Brasil produz em uma hora um valor correspondente a 25% da riqueza que os Estados Unidos produzem no mesmo período, e o ranking de 2018 de competitividade da escola de negócios suíça IMD mostra que estamos no 60º lugar, somente à frente de Croácia, Mongólia e Venezuela. Isso é resultado de desperdícios, custos pesados e preços altos; ruim para o consumo e para a economia.

Se falta capacitação para os trabalhadores, falta para os empreendedores. Independentemente das razões, muitos trocam a vida de empregado pela de patrão sem uma bagagem educacional sólida nem preparação específica para tal.

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Como sempre é tempo de aprender, o empreendedor deve buscar aprimoramento permanentemente. Não faltam opções no mercado para se qualificar. Além disso, deve-se investir na capacitação da equipe para que o desempenho geral melhore. Também é primordial aperfeiçoar os processos, pois só assim é possível enxergar perdas e organizar melhor o fluxo de trabalho. Entram aqui inovações, tecnologia e demais ferramentas que contribuam para a evolução do empreendimento.

Por fim, é necessário planejar cada passo da empresa para ter mais chance de sucesso. Claro que há elementos externos prejudiciais à produtividade e alheios ao controle do empresário. Porém, se ele resolver o que está ao seu alcance, as perspectivas serão bem mais positivas.

 

Por Wilson Poit, diretor-superintendente do Sebrae-SP

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