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As lendas e mitos da ‘sexta-feira 13’

Data remete a sensações positivas e negativas e a mitologia tem diversas histórias para explicá-la

Hoje, mais uma vez, é sexta-feira, dia 13. Esta data é repleta de lendas, seja para bem ou para mal. Há pessoas que compreendem que este dia é impregnado de infortúnio ou má sorte. Porém, outras vão na contramão e veem neste dia algo muito positivo. Afinal, de acordo com a numerologia, o 13, somando seus dígitos, é um numeral próximo ao 4, indicado como símbolo de boa sorte. Os indianos, estadunidenses e mexicanos também associam o número treze à felicidade e a um futuro próspero.

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Essa discussão ficou mais quente quando o cinema decidiu imortalizar o dia com uma saga de filmes de terror protagonizada por Jason Voorhees, um serial killer que ataca nessa mesma data. De toda forma, existem várias lendas que tratam da origem da “sexta-feira 13” nas mais diversas culturas ao redor do mundo.

No cristianismo, conta-se que Jesus Cristo foi perseguido por esta data. Antes de ser crucificado em uma sexta-feira, ele celebrou uma ceia que contava com 13 participantes. Além disso, a tradição cristã ainda une o fato de seu líder ter morrido em uma sexta-feira ao fato de o livro do Apocalipse apontar o número 13 como a marca da besta, do anticristo. A imperfeição seria ligada às inúmeras referências ao número 12 na Bíblia (12 tribos de Israel e 12 discípulos), sendo assim, o número 13 destoaria do “projeto divino”.

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Outra explicação recorda a consolidação do poder monárquico na França, quando o rei Felipe IV, ameaçado pelo poder e influência exercidos pela Igreja dentro de seu país, teria ordenado a perseguição aos Cavaleiros Templários em uma sexta-feira, 13 de outubro de 1307, após lhe recusarem a entrada à Ordem.

Em outra história, a maldição teria a ver com o processo de cristianização dos povos bárbaros que invadiram a Europa no início do período medieval. Antes de se converterem ao cristianismo, os escandinavos eram politeístas e cultuavam Friga, deusa do amor e da beleza. Com a conversão, passaram a amaldiçoá-la como uma bruxa que, toda sexta-feira, se reunia com 11 feiticeiras e o demônio para rogar pragas contra a humanidade.

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Os nórdicos também falam sobre um grande banquete em que o deus Odin reuniu outras 12 divindades. Com raiva por não ter sido convidado, Loki, o deus da discórdia e do fogo, foi à reunião e promoveu uma enorme confusão que acabou na morte de Balder. Desta forma, criou-se o mito de que um encontro com 13 pessoas termina mal.

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