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CRAS da Praia Azul realiza sarau hoje em Americana

Centro de Referência de Assistência Social tem mais uma edição do evento com microfone aberto e artistas

O CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) da Praia Azul, em Americana, promove hoje (3) mais uma edição do “Sarau no CRAS” a partir das 15h. Realizado toda primeira quinta-feira de cada mês, o evento foi desenvolvido com o propósito de compartilhar saberes, cultura e afetos. 

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Tendo o público-alvo inicial as famílias atendidas pelo CRAS e também os demais interessados, o projeto tem como objetivos possibilitar às famílias um espaço em que possam discutir e refletir sobre situações vividas no território, além de questões individualizadas, contribuindo para o fortalecimento dos laços comunitários, o acesso a direitos, o desenvolvimento de protagonismo e autonomia, através do compartilhamento de atividades artísticas e culturais. 

Segundo a professora Cristina Pereira da Silva, coordenadora do CRAS Praia Azul e que compõe o núcleo que organiza a atividade, o sarau terá microfone aberto a quem estiver presente e quiser participar, além de uma programação com artistas convidados que se apresentarão, que são os artistas do grupo de teatro Cia. Aurora e a escritora e poeta Júlia Motta. 

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“A ideia do sarau é realizar as oficinas temáticas do CRAS utilizando diferentes linguagens associadas à cultura e a arte”, explica Cristina. 

Ela conta ainda que a programação do sarau é toda construída em parceria com a APAM (Associação de Promoção e Assistência de Americana), parceira da CRAS, e com os demais participantes. 

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“A arte e a cultura proporcionam oportunidades de integração, trabalha emoções e afetividades. São oportunidades de expressão, algo que crianças e adolescentes do território estão há tempos solicitando, que são espaço de voz e diálogo”, explica. 

O projeto também se apoia na justificativa da compreensão de que as pessoas estão em contínuo processo de interação um com o outro, necessitando do diálogo, da participação e da comunicação. Nesse sentido, as pessoas passam a concretizar sua existência produzindo, recriando e realizando-se nas suas relações com o outro. “Eles têm muito dizer e precisamos criar possibilidades para escutá-los e aprendermos juntos”, completa a coordenadora da unidade. 

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