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Danny Asa: 30 anos

Cantora celebra três décadas de carreira com show comemorativo hoje no Teatro Municipal de Americana

Se você não está muito próximo, reconhece de longe pela risada. Se ela está de costas (e for possível), você a reconhece pela grandiosa tatuagem das asas, que justificam seu nome artístico. Se ela está no palco, não tem como passar despercebidas a potência vocal e a presença de palco de Danny Asa.

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A noite de hoje (11) será marcada por uma data muito especial. O Teatro Municipal Lulu Benencase, de Americana, será mais uma vez palco de uma verdadeira celebração da trajetória de uma das grandes intérpretes da cidade e de toda região.

Danny será recebida pela Banda Municipal em uma apresentação única dentro do projeto “Banda Convida”, a partir das 19h. A entrada é 1kg de alimento não-perecível.

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O show acontece 10 anos depois do memorável “Tributo à Elis Regina” que Danny realizou em homenagem a cantora e comemorando seus 20 anos de sua carreira. “Foi meu grande momento. Eu entrei cantando a música “Arrastão”. Quando eu entrei, que eu vi aquele teatro lotado, foi a maior sensação que eu tive na minha vida. Inesquecível”, recorda Danny.

SHOW

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Para hoje, a Banda Municipal divide também o palco com a banda que acompanha Danny para onde quer que ela vá. Sandro Livahck acompanha Danny no violão, juntamente com Sérgio Kina na gaita e contrabaixo, além de Heber Pequeno na bateria. Sandro, inclusive, é o diretor musical do show.

Segundo a cantora, a escolha do repertório foi definida a partir de músicas vibrantes e que tiveram algum marco em sua história. “Tem MPB, tem samba, tem rock nacional, tem pop. É uma mistura disso tudo. As músicas que eram mais pedidas pelas pessoas e que mais agitavam também. Tem Elis, lógico, mas também tem Cássia Eller, O Rappa, Ana Carolina, Paula Toller, Marina Lima, Maria Rita. Não são só mulheres, mas tem muito trabalho de cantoras que eu trago aqui”, conta.

Quando perguntada sobre quais músicas estarão no repertório, entre as referências citadas, ela elenca “Garganta” e “Lágrimas de Chuva”. Quando cita “Como Nossos Pais”, logo em seguida ela já solta “aquela” risada, típica de quem já sabe o que vem por aí. Mais um momento que definitivamente será emocionante.

Porém, quem pensa que Danny estará sozinha nos vocais durante o show se engana. Sua filha Maria Eduarda, a Duda, fará uma participação especial durante 3 canções. Christian Euzébio, o “Mexicano”, que já teve uma banda com Danny no final dos anos 90, o “Berimbau Elétrico”, estará com a cantora também no palco. “Foi um trabalho muito legal. Vamos apresentar uma das músicas da banda, a “Lá”, que é do Christian”.

COMEÇO

O ano era 1989. Daniela Gomes desembarcou em Americana com 15 anos recém-completados. No 2º ano de magistério, na escola Dr. Heitor Penteado, começou a ouvir falar de movimento estudantil com Marcelo Flores, entrou para o grêmio da escola e, entre os trabalhos por ali, foi na gincana ecológica entre escolas “InterEsc”, com a paródia da música “Cálice”, de Chico Buarque, que escreveu e interpretou, sua estreia como cantora.

No começo não foi fácil. Levou um tempo para que os pais entendessem que Danny tinha encontrado na arte sua profissão. Logo, viraram seus parceiros nesse caminho, como toda a família que foi aumentando durante o caminho, com o marido e as filhas. “Tenho uma família que me apoia bastante!”

Pedagoga formada e há 9 anos trabalhando como monitora cultural de teatro na rede municipal de Santa Bárbara d’Oeste, ela não deixa de reverenciar essa trajetória nos tempos de escola como extremamente significativa para definir a junção entre arte e educação era uma jornada a ser trilhada também.

Incentivada pelo professor Geraldo Basanella, se inscreveu no 5º FECA (Festival Estudantil da Canção de Americana) e foi a grande vencedora do prêmio de “Melhor Intérprete”.

CARREIRA

O caminho percorrido com o “Berimbau Elétrico”, sua banda, também foi um dos momentos inesquecíveis de sua carreira. “Foi uma grande aventura, uma grande experiência. Vivemos coisas notáveis”, lembra.

A junção do teatro e da música, quando começou a realizar os musicais, foram também um dos fatos importantes de sua trajetória, segundo ela. “Foi um divisor de águas”.

Entre projetos com Cícero Edno, Divina Bertália, Val Nascimento, entre outros grandes parceiros dessa trajetória, ela também cita com carinho o “Canta Curumim”. “Cantar para crianças me dá um extremo prazer”.
Sobre o futuro, ela resume, parafraseando o amigo Moisés Allon: “A arte sempre, o resto ainda”.

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