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O mito da ‘Caixa de Pandora’

Mito grego é a fonte de inspiração para o 31º Espetáculo da Physical Center Academia em SBO no fim de semana

O Teatro Municipal Manoel Lyra, de Santa Bárbara d’Oeste, será palco de um grande espetáculo de dança inspirado na mitologia grega. 

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Neste final de semana, a Physical Center Academia apresenta seu 31º espetáculo amanhã (9), às 20h, e no domingo (10), às 19h. Os ingressos vendidos de forma antecipada custam R$ 30. 

Com mais de 80 bailarinos e bailarinas envolvidos na produção, “A Caixa de Pandora” narra a história de Pandora, a primeira mulher criada por Zeus e da caixa em que fora aprisionado todos os males da humanidade.Com cerca de 90 minutos de duração, a “Caixa de Pandora” terá 19 coreografias apresentadas das mais diversas modalidades, como jazz, hip hop, ballet clássico, dança do ventre, entre outras. 

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O espetáculo tem direção artística de Nagela Moro e direção geral de Sandra Moro. Já as coreografias são assinadas pelas duas diretoras e também pelo coreógrafo Anthony Jacob. 

PROCESSO 

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Nagela conta que idealizou o espetáculo com a ideia de explorar os problemas que a sociedade carrega consigo nos dias atuais, como a depressão, bullying, preconceito, inveja, vícios, desonestidades, as guerras e muito mais. “Trazer essa reflexão às pessoas de como é importante olhar o mundo com mais amor e empatia. E então um dia lendo sobre a Caixa de Pandora tive essa ideia de fazer o espetáculo com esses dois momentos. O passado conta a história de Pandora e de como a sua curiosidade nos afetou nos dias de hoje, pois libertou no mundo todos os piores males”, explica. 

O processo de construção do espetáculo foi constituído de várias etapas e feito a várias mãos. “Primeiramente foi desenvolvido o roteiro, escrito por mim e com a ajuda da Isabella Leite. Nele trabalhamos a junção do teatro com a dança, explorando cada problema que vivemos hoje em nossa sociedade. Todas as narrações do espetáculo foram feitas pelo Carlos Justi”, diz Nagela. 

Ela explica ainda que “Caixa de Pandora” está dividido em duas partes, “A Curiosidade de Pandora” e “O Cotidiano”. Os desafios foram muitos. “Foram aproximadamente 3 meses de ensaio com os bailarinos. Cada coreografia do Cotidiano aborda um problema que vivemos em no cotidiano. O desafio foi abordar de uma forma sutil problemas como o preconceito, pois muitas pessoas na plateia poderiam se “chocar” com as cenas. Outro desafio foi o tema “doenças da mente”, pois muitos vivem hoje com a depressão, a ansiedade e esse tema pesa para muitos”, conta a diretora. 

E todo esse esforço se justifica na mensagem que o grupo pretende deixar com o espetáculo. “A principal mensagem é o amor e a esperança. Precisamos ter mais empatia com o próximo, olhar ao redor com mais amor, pois a pessoa ao nosso lado pode muito bem estar precisando da nossa ajuda. E lembrar às pessoas de sempre ter esperança, pois ela nos dá ânimo para nunca desistir e forças para enfrentar os males de nossas vidas”. 

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