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Ouvindo histórias

'Que História é Essa, Porchat?' vai colher relatos de pessoas comuns com cabines instaladas pelo país; Campinas está entre cidades selecionadas

Marcada para estrear dia 10 de março, a segunda temporada do programa “Que História É Essa, Porchat?” (GNT) terá maior participação do público comum, de diversas cidades brasileiras. A produção do programa visitará algumas cidades para ouvir as histórias do público e Campinas é uma das selecionadas. 

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A atração, criada pelo apresentador e humorista Fábio Porchat, 36, é sucesso no canal por revelar histórias surpreendentes de famosos e convidados e já foi cogitada a ganhar espaço na programação da Globo. 

De 13 a 16 de fevereiro, a produção do programa vai instalar cabines em diversas cidades para ouvir histórias inusitadas do público. 

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A primeira parada será no shopping Eldorado, em São Paulo, e depois a equipe viaja para Goiânia, Fortaleza, Campinas, Belo Horizonte e Porto Alegre. 

Há ainda a possibilidade de enviar uma história por áudio ou vídeo pelo site do programa. 

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SUCESSO 

“Que História é Essa, Porchat?” estreou em 2018 no GNT e tem feito tanto sucesso que ficou em primeiro lugar entre os conteúdos mais assistidos da plataforma Globosat Play. Os áudios são os mais ouvidos em formato de podcast. 

Com retorno de público e crítica favorável, a atração tem chamado a atenção da Globo, que começou a olhar com carinho para a ideia de transportar o “Que História É Essa” para a sua programação em 2020. 

Uma possibilidade seria o programa ocupar o espaço de Conversa com Bial durante as férias do jornalista Pedro Bial.

“Já ouço algumas pessoas falando que seria legal ir para a Globo. Seria ótimo, um formato de programa semanal. Encaixaria bem à noite. É leve, funciona para TV aberta”, diz Porchat. 

Ele reforça, porém, que até o momento não há nada de concreto nessa informação e que nada chegou até ele. A informação foi dada pela colunista Cristina Padiglione, do F5. “Pode ser ótimo, mas são eles [emissora] que têm que querer. O programa não precisa cortar muito. Eu adoraria [essa possibilidade], pois potencializaria o público. Mas isso não chegou até mim.” 

A migração do programa seria semelhante ao que aconteceu com o de Tatá Werneck, o Lady Night. Os melhores momentos das duas primeiras temporadas do programa foram exibidos em janeiro deste ano depois de Big Brother Brasil. Procurada, a Globo diz que a informação da substituição de Bial “não procede”. 

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