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‘Um sorriso de papel’ ganha vida

Escritora americanense Katya Forti lança sua mais nova obra ao público hoje, às 14h, na Biblioteca Municipal

A escritora Katya Forti estará na Biblioteca Municipal “Jandyra Basseto Pântano” em Americana, na tarde de hoje (14), das 14h às 18h, para uma tarde de autógrafos no lançamento do seu mais novo livro, intitulado “Um Sorriso de Papel”. 

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A entrada para o evento é gratuita, porém a escritora pede para que o público realize uma doação espontânea de itens de limpeza e higiene para serem repassados ao Lar dos Velinhos de Americana. 

“Um Sorriso de Papel” apresenta através do espírito Eusébio, fatos ocorridos a partir do ano de 1970, na cidade de Araraquara, interior de São Paulo. Quando os personagens Amélia e Augusto se olharam pela primeira vez, a sensibilidade da mulher falou mais alto, e ela sentiu algo muito forte dentro de si. A partir daí, começa a desenrolar um passado em que ambos viveram em Viena (Áustria), no ano de 1846. 

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Para Katya Forti, a autora do livro, o objetivo de tornar a obra uma realidade é de que as pessoas tenham em mãos uma palavra de esperança para compreender as situações da vida. “Compreender que nada acontece por acaso. Se tratando da pluralidade das existências, não existem fios soltos. Tudo está em conexão”, diz. 

MENSAGEM 

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Katya diz que uma vez enquanto escritores, o gérmen da inquietação habita dentro de cada um da sua classe. “Senti que estava na hora de levar aos leitores, mais uma oportunidade de reflexão. Embora neste caso específico, trata-se de uma canalização, pois vieram da espiritualidade, através de Eusébio”, conta. 

Para ela, uma das motivações em escrever o livro é a sensação de que as pessoas possuem, cada um ao seu jeito, uma busca de encontrar um sentido para a vida. “Para tudo há um encadeamento, uma razão, uma resposta, um caminho a ser percorrido. Algo que só pode ser compreendido através do auto perdão, para que se cumpram os ajustes necessários que levem ao processo evolutivo de cada um”. 

PROCESSO 

Katya relata que foram meses de trabalho se colocando disposição para canalizar as páginas do livro. “A etapa que exigiu maior atenção e concentração, portanto a mais difícil, foi estabelecer a sintonia com a entidade de Pai Eusébio. Uma vez criado este vínculo, o trabalho fluiu da maneira esperada”. 

Segundo a autora, o título do livro busca oferecer uma reflexão em relação ao comportamento do ser humano, no sentido de que ele possa expressar seus sentimentos de modo espontâneo e verdadeiro, seja da forma como sentir que seja necessário ser. 

“Enquanto escritores, temos um canal aberto. A partir do momento em que atendemos ao chamado irreversível da mediunidade, nos colocamos à disposição para sermos instrumentos, para que o que está programado, enfim, aconteça”, explica. 

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