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Polícia apura se rapaz baleado foi vítima de briga de torcidas

Confronto entre integrantes de torcidas organizadas do Guarani e da Ponte Preta, que teria sido "marcada" desde sábado (11) pelas redes sociais

Uma briga entre integrantes de torcidas organizadas do Guarani e da Ponte Preta, que teria sido “marcada” desde sábado (11) pelas redes sociais, é a principal hipótese que a Polícia Civil de Campinas investiga para a tentativa de assassinato de um rapaz de 26 anos, morador do Jardim Novo Campos Elíseos, baleado na última segunda-feira (13) na Rua Padre Vieira, na região Central de Campinas.

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Minutos antes da confusão, o Guarani tinha recebido a equipe do Vitória (BA) em seu estádio, em jogo pela Série B do Campeonato Brasileiro.

Próximo ao estádio, perto do Bosque dos Jequitibás, houve uma briga envolvendo ao menos 20 pessoas, alguns armados com pedaços de pau, pedras e até canos metálicos. Parte das agressões foi gravada em vídeo. No entanto, apesar de as imagens mostrarem cenas fortes de violência, com um homem sendo espancado por vários outros, a filmagem não deixa claro para a Polícia se no local houve disparo de arma de fogo.

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Alguns dos envolvidos usaram capacetes de motociclistas para dificultar as identificações e tudo indica que houve combinação para que não fossem identificadas as torcidas organizadas às quais pertencem.

Um dos policiais que investigam o caso disse ao TODODIA que ainda não se pode ter certeza se a vítima de tentativa de homicídio foi agredida na briga registrada no vídeo, já que ele, embora esteja identificado como integrante de uma torcida organizada do Guarani, foi encontrado em outra rua, sozinho.

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Kelvin Terra Silva, 26 anos, foi removido por uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) ao Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, onde ficou internado.

Segundo Boletim Médico, seu estado de saúde é estável e ele está consciente e conversando.

A Polícia Civil diz que, apesar de indícios de agressões generalizadas, nenhuma outra vítima registrou ocorrência.

Para a Polícia, este é a principal dificuldade nos chamados casos de rixas entre torcidas adversárias e ligadas às torcidas organizadas.

Peritos do Instituto de Criminalística (IC) de Campinas estiveram no local onde a vítima baleada foi encontrada, mas não localizaram vestígios que pudessem levar à identificação da arma utilizada ou à identificação do atirador. Mas a Polícia ainda busca por informações, por meio de câmeras de segurança.

 

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