terça-feira, 28 maio 2024

Autocrítica toma conta do Majestoso

ELIAS AREDES | CAMPINAS
Apesar de reconhecerem a necessidade de reação para terminarem pelo menos com 30 pontos no primeiro turno e se aproximar do grupo de classificação da Série B do Campeonato Brasileiro, os jogadores da Ponte Preta reconhecem a importância de amenizarem falhas ocorridas até o momento, como o pífio aproveitamento de 27,77% como anfitrião.

“Sabemos que nosso desempenho dentro de casa poderia ser melhor. Isso tem que servir de aprendizado, para erguermos a cabeça e continuar lutando, para que possamos, com o apoio da torcida novamente, conseguir a pontuação necessária e alcancemos o nosso objetivo”, afirmou o volante João Victor.

Considerado um dos líderes do elenco, o jogador acredita que o momento é de conversa e transmitir ensinamentos aos mais jovens para viabilizar uma vitória no sábado contra o Figueirense, no Estádio Orlando Scarpelli.

“Temos que abrir os olhos, porque no futebol tudo está muito precoce. Jogadores de 18 anos ganham milhões e acho que não existe mais a história de jogador jovem e experiente. Pelo futebol que vimos atualmente, se o atleta está em um patamar de ganhar milhões e ser vendido por alto valor, tem que ter também a tranquilidade para segurar as barras que sofremos”, disse.

Um dos obstáculos é o pesado calendário estipulado pela CBF e que força o elenco a ser submetido a diversas viagens. “É muito cansativo, a logística é difícil, mas não é exclusividade da Ponte Preta. O Brasil é muito grande e até os times da Série A enfrentam esse problema. As viagens podem afetar no desempenho destes atletas”, comentou o preparador físico da Ponte Preta, Caio Gilli.

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