Sexta, 28 Janeiro 2022

De virada, seleção feminina de vôlei perde final da Liga das Nações para EUA

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De virada, seleção feminina de vôlei perde final da Liga das Nações para EUA

Atuais campeões, os Estados Unidos entraram na quadra com o favoritismo, classificados à fase final com a melhor campanha e somente uma derrota, contra a China, e 14 vitórias. Uma delas, inclusive, sobre o Brasil, por 3 sets a 1 (17/25, 19/25, 25/23 e 22/25), no dia 27 de maio 

O confronto com uma das principais potências do vôlei serviu para o técnico José Roberto Guimarães fazer suas avaliações ( Foto: Divulgação/ FIVB)

Em seu último teste mais desafiador antes da Olimpíada, a seleção brasileira feminina de vôlei teve atuação de alto nível, mas sucumbiu diante dos Estados Unidos e perdeu o título da Liga das Nações. De virada, as norte-americanas venceram por 3 sets a 1 (26/28, 23/25, 23/25 e 25/21) nesta sexta-feira (25), em Rimini, na Itália.

Atuais campeões, os Estados Unidos entraram na quadra com o favoritismo, classificados à fase final com a melhor campanha e somente uma derrota, contra a China, e 14 vitórias. Uma delas, inclusive, sobre o Brasil, por 3 sets a 1 (17/25, 19/25, 25/23 e 22/25), no dia 27 de maio.

Além do título em disputa, o confronto com uma das principais potências do vôlei serviu para o técnico José Roberto Guimarães fazer suas avaliações. Ele ainda divulgará a lista com as 12 escolhidas para representar o país nos Jogos de Tóquio.

Nesta sexta, a central Akinradewo abriu a contagem e, enquanto as brasileiras demonstravam nervosismo em quadra, ajudou os Estados Unidos a fazerem 3 a 0. Carol bloqueou Thompson para fazer o primeiro ponto e colocar o Brasil no jogo para equilibrar as ações. Com bonita jogada de Fernanda Garay, o Brasil construiu uma vantagem de quatro pontos (17 a 13).

Os Estados Unidos chegaram a marcar o ponto vitorioso, mas Zé Roberto pediu desafio, e o vídeo mostrou que o bloqueio tocou na rede. Com o jogo reiniciado, Tandara colocou a seleção em vantagem, e Bartsch mandou para fora: 28 a 26.

A seleção deu início à segunda parcial mais acesa e, depois de um rally no qual a ponta Gabi recuperou a bola com os pés, a oposto Tandara finalizou. Essa dupla, aliás, protagonizou bons momentos, e Carol Gattaz ainda salvou o primeiro set point, bloqueando Bartsch. Mas Poulter decidiu para as americanas.

Numa partida equilibradíssima, o Brasil errou pouco mais do que os Estados Unidos (7 erros contra 2) e perdeu o terceiro set, mais uma vez por 25 a 23. No quarto e último, o Brasil chegou a liderar com quatro pontos de vantagem, mas as adversárias melhoraram depois da entrada da oposto Drews e fecharam em 25 a 21.

Essa foi a segunda decisão entre os dois times. Em 2019, as americanas também ficaram com o título. A Liga das Nações é disputada desde 2018, substituindo a Liga Mundial, e não houve edição no ano passado por causa da pandemia de Covid-19. Os Estados Unidos já haviam faturado as duas edições anteriores - a primeira contra a Turquia.

Na decisão pelo terceiro lugar, a Turquia derrotou o Japão por 3 sets a 0 (25/19, 25/16, 25/17).

Agora, elenco e comissão técnica retornarão para Saquarema e embarcarão no dia 12 de julho para Tóquio. A seleção estreará na Olimpíada contra a Coreia do Sul, no dia 25 de julho. Na sequência, enfrentará República Dominicana (dia 27), Japão (dia 29), Sérvia (dia 31) e Quênia (2 de agosto).

TIME MASCULINO

A seleção brasileira masculina jogará pela semifinal da Liga das Nações nesta sexta-feira (26), às 6h30 (de Brasília), contra a França, em Rimini, Itália. Às 10h, Polônia e Eslovênia brigarão pela outra vaga na final. A decisão e a disputa pelo terceiro lugar serão neste domingo.

O time, comandado pelo técnico Carlos Schwanke enquanto Renan Dal Zotto se recupera de quadro grave de Covid-19, fez a melhor campanha na primeira fase, com 13 vitórias e duas derrotas.

A França, que bateu o Brasil na primeira fase por 3 sets a 0 (39/37, 25/18 e 30/28), terminou a etapa de classificação com a quarta colocação.

"A França é uma equipe que tem um sistema ofensivo muito bom. Precisamos ter agressividade no saque, acho que é o primeiro fundamento importante para essa semifinal", falou o levantador e capitão da seleção, Bruninho. 

 

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