quarta-feira, 22 maio 2024

Duas gerações uruguaias e um técnico com ‘raça’

FOLHAPRESS | RÚSSIA

O gol de Luis Suárez, 31, que deu a vitória para o Uruguai sobre a Arábia Saudita ontem, em Rostov-do-Don, fez os pouco mais de 3 milhões de uruguaios vibrarem com a classificação. E também os 144 milhões de russos.

Isso porque o triunfo uruguaio garantiu a classificação das duas seleções à próxima fase da Copa do Mundo. O duelo entre elas na próxima segunda-feira definirá líder e vice-líder do Grupo A.

Presente nos três últimos Mundiais, o Uruguai avançou até os mata-matas em todas essas edições. No banco, a figura de comando é a mesma, Óscar Tabárez, 71. No campo, também há muitas caras repetidas do sucesso recente da equipe sob o comando do “Maestro”, semifinalistas da Copa de 2010 e campeões da Copa América em 2011.

Dos seis jogadores que já atingiram a marca de cem jogos pela seleção, cinco estão na Rússia: Maxi Pereira, Diego Godín, Cristian Rodríguez, Edinson Cavani e Luis Suárez.

O camisa 9 entrou para o clube justamente contra a Arábia Saudita. O sexto homem da lista, Diego Forlán, já está aposentado, mas foi parte fundamental do processo vencedor liderado por Tabárez, que enfim começa a renovar a equipe uruguaia com jovens e bons talentos.

No segundo tempo da vitória diante dos sauditas, o técnico mandou a campo Nahitán Nández, 22, e Lucas Torreira, também 22. A dupla de meios-campistas se juntou a outra revelação, Rodrigo Bentancur, 20, que iniciou a partida como titular.

O trio é visto como o futuro da seleção uruguaia, ao menos na faixa central do time. Aliado à característica garra histórica da seleção, têm a qualidade dos bons meios-campistas para jogar com a bola nos pés.

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