terça-feira, 28 maio 2024

Falta de estabilidade é obstáculo para técnicos na Ponte

ELIAS AREDES | CAMPINAS
Em busca de estabilidade para o restante da Série B do Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta ainda precisa superar um estigma, que é a da falta de estabilidade aos técnicos. Desde 2011, a agremiação contabiliza a passagem de 17 gestões de treinadores no estádio Moisés Lucarelli e o tempo médio de permanência é de 159 dias. O recorde pertence a Gilson Kleina, contratado no final de 2010 e que só saiu para o Palmeiras em setembro de 2012.

Caso Brigatti seja efetivado na função, ele será o terceiro nesta década a ocupar o cargo com ligações afetivas com o clube. Os outros dois são Felipe Moreira, atualmente no time Sub-20 da Macaca e Eduardo Baptista, atual treinador do Coritiba. Os dois já declararam torcer pela Macaca, assim como Brigatti.

Nas suas declarações, Brigatti não esconde que a ligação afetiva pode ser um trunfo para colocar a Macaca nos trilhos. “Vislumbro e sou treinador, estou muito preparado, mas nesse momento, meu papel foi de resgatar o que estava sendo perdido na Ponte, que é esse orgulho de vestir a camisa do clube”, disse após a vitória no dia 09 de junho contra o Brasil de Pelotas, no estádio Bento Freitas.

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