PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Macaca enfrenta o Juventude

Embalada pelos bons resultados nas últimas seis rodadas, Ponte tenta superar os donos da casa às 20h30

De peito aberto e consciente de que somente a conquista dos três pontos sustentará a esperança do acesso, a Ponte Preta enfrenta o Juventude hoje, às 20h30, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, em jogo válido pela Série B do Campeonato Brasileiro. Com 53 pontos e a quatro da zona de classificação, a Macaca tem retrospecto positivo, pois nas últimas seis partidas conquistou 16 pontos e é a líder no ranking de classificação das últimas seis rodadas.

PUBLICIDADE

Na matemática, suas possibilidades saltaram de 6% para 11% após o triunfo diante do Boa Esporte. Por enquanto, o favoritismo é do Avaí, atual quarto colocado, com 57 pontos e com 27% das possibilidades.

Como o adversário está com 35 pontos e 99% de risco de cair para a segunda divisão, o técnico Gilson Kleina prevê um jogo aberto, em que a Ponte Preta terá que possuir sabedoria para aproveitar os espaços. “Como não há outro resultado que não a vitória, vai ficar um jogo mais aberto, vai ter de arriscar em algum momento, assim como a gente. Quem não arrisca, não petisca. Vamos fazer mais uma decisão, e que a Ponte possa estar com personalidade”, disse o treinador. Uma derrota rebaixa matematicamente o Juventude.

PUBLICIDADE

Por causa da expulsão contra o Boa Esporte, Kleina não poderá ficar no banco de reservas e sequer assistir ao jogo no local. Os auxiliares Juninho e Fabiano Xchá ficarão responsáveis pela equipe, que tem problemas na escalação.

Apesar do retorno de Júnior Santos após cumprir suspensão e da entrada de Nathan no lugar de João Vitor, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o armador Matheus Vargas e dos atacantes André Luis e Roberto estão com sinais de desgaste físico e podem ser preservados.

PUBLICIDADE

“São jogadores que estão extenuados e mostrando uma situação de recuperação mais lenta. Vamos ver com quem podemos contar. Nossa preocupação é com os atletas. Temos de entender também que, quando a dor começa a limitar o desempenho técnico, passa a ser prejudicial para todo mundo”, completou Kleina.

PUBLICIDADE

Pin It on Pinterest

Share This