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Palmeiras demite Felipão após série de fracassos

Equipe coleciona maus resultados depois da parada para a Copa América

O Palmeiras demitiu ontem o técnico Luiz Felipe Scolari, 70, após sequência de maus resultados da equipe, que causaram as eliminações na Copa do Brasil e Libertadores, além da queda da primeira para a quinta colocação Brasileiro. Depois da Copa América, o treinador acumulou apenas 23,8% de aproveitamento no Nacional, com cinco empates e duas derrotas, a mais recente por 3 a 0 diante do Flamengo, no domingo (1), no Rio.

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Antes da pausa para a competição sul-americana, o rendimento do clube alviverde era de 92,5%, com 25 pontos somados de 27 possíveis no campeonato. Pós-Copa América, o time também foi eliminado nas quartas de final da Copa do Brasil, pelo Internacional, no dia 17 de julho, e, na última semana, deu adeus à Libertadores na mesma fase ao ser superado pelo Grêmio.

Esta foi a terceira passagem do gaúcho pelo Palmeiras. Ao todo, ele acumula 485 partidas à frente da equipe e seis títulos conquistados. Ele é o segundo técnico que mais vezes dirigiu o time na história, atrás apenas de Oswaldo Brandão, que teve 580 jogos.

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Contratado em julho de 2018, Scolari levou o Palmeiras ao título brasileiro do ano passado, mas fracassou nos cinco mata-matas que disputou com a equipe. Nesta passagem, o aproveitamento dele foi de 72,9%, com 76 partidas, 46 vitórias, 21 empates e nove derrotas.

NOTA

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Em nota, o time alviverde informou que os auxiliares Paulo Turra e Carlos Pracidelli também foram demitidos. Felipão foi o 10º treinador contratado na gestão do diretor de futebol Alexandre Mattos, que chegou ao clube em janeiro de 2015. Na década, o time alviverde já teve 22 trocas de técnicos, incluindo interinos nessa conta.

Durante toda a tarde desta segunda-feira, a diretoria palmeirense esteve reunida no CT do time para definir o futuro do técnico. Antes de anunciar sua decisão, o clube tomou medidas para aumentar a segurança do local, temendo protestos da torcida.

O clube tem monitorado as redes sociais para identificar a organização de possíveis protestos e constatou ameaças que poderiam colocar a segurança de atletas e funcionários do clube em risco. Por esta razão, os treinos da semana seriam fechados e os horários também não seriam divulgados pela assessoria.

Além disso, foi solicitada a presença da Polícia Militar em frente ao CT e ao Allianz Parque, para uma ação preventiva na região, com agentes que cobrem a área.

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