Jogando em casa, time está perto do G4 e quer engrenar boa sequência
A Ponte Preta volta a campo às 19 horas desta sexta-feira (13) em busca da terceira vitória seguida no Majestoso, onde está invicta no Campeonato Brasileiro da Série B e mais uma vez espera contar com o apoio da torcida para fazer a diferença.
Os ingressos para assistir à partida contra o Novorizontino já estão à venda pelo site do https://www.futebolcard.com/ e pelo aplicativo do Futebol Card. O valor segue o mesmo, com inteiras a R$ 30,00 (geral/organizada), R$ 50,00 (arquibancada) e R$ 80,00 (VIP). Para quem prefere comprar nas bilheterias (lembrando que neste caso só é possível pagar em dinheiro), elas estarão abertas das 11 às 19 horas.
O time está em décimo lugar, a dois pontos do G4, e quer engrenar uma boa sequência para colar o quanto antes nos quatro primeiros. Neste sentido, o ponto no dérbi – o primeiro conquistado em partida fora de casa – foi importante para a Macaca.
Em grande fase no gol alvinegro, o goleiro Caíque França tem se destacado pelas boas defesas, que garantiram que a Ponte Preta não tomasse nenhum gol nos últimos dois jogos. Mais ainda, até o momento o arqueiro não tomou nem um único gol no Majestoso, um feito que pretende manter pelo maior tempo possível.
“Sempre me dedico muito nos treinos e nos jogos para ajudar o time da melhor maneira possível. Fico feliz por estar crescendo, me destacando e que isso reflita diretamente na campanha do time, pois eu quero ajudar na busca pelos objetivos”, disse Caíque, que prevê um jogo complicado contra o Novorizontino, mas acredita em um resultado positivo.
“Vamos enfrentar uma equipe que está bem na competição e venceu seu último desafio. É ter máxima atenção e seguir as orientações passadas pelo treinador, além de aproveitar o fator casa para somar pontos”, completou.
O camisa 12 também falou um pouco sobre o dérbi 203, no qual fez pelo menos três excelentes defesas. “Foi um bom jogo, começamos tomando muita pressão, o que acho normal porque o adversário estava jogando em casa. Um goleiro precisa de quatro a cinco jogos para pegar ritmo e estou conseguindo fazer isso”, disse. “Aliás, não ter tomado gol em dérbi foi um presente pra minha mãe, Selma, no Dia das Mãe”, finalizou.





