O Santos encara o Palmeiras hoje, às 20h, no Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro, em uma partida que serve como uma nova largada para os clubes.
Para o Santos, é a chance de o técnico Jair Ventura conquistar um grande triunfo e se livrar da pressão que o cerca.
Além disso, o Alvinegro, que soma apenas 13 pontos, busca afastar-se da zona de rebaixamento.
Agora, depois de bater o Fluminense antes da parada do Nacional, a equipe do litoral paulista espera voltar com a corda toda e mostrar que a intertemporada foi útil para poder corrigir os erros.
Neste período, os santistas fizeram dois amistosos e não venceram nenhum deles. Perderam para o Monterrey-MEX (1 a 0) e empataram com o Querétaro-MEX (0 a 0).
“A pausa foi essencial para a gente. Sofremos com lesões no primeiro semestre. Foi difícil. Agora estamos curados. Sabemos que podemos fazer mais e vencer o Palmeiras”, disse o lateral direito do time, Victor Ferraz. O camisa 4 ainda destacou o fato contar com o apoio da torcida.
“Esperamos casa cheia para nos empurrar nesse jogo”, acrescentou o santista.
PALMEIRAS
Do outro lado, o Palmeiras busca passar mais confiança para seus torcedores, após um primeiro semestre instável. O vice-campeonato paulista dentro de casa para o arquirrival, Corinthians, depois de ter aberto vantagem na partida de ida pegou mal e ainda incomoda bastante.
Nem mesmo a melhor campanha geral na fase de grupos da Libertadores ajudou a apaziguar os ânimos.
Roger Machado chegou a balançar antes do clássico contra o São Paulo e só ganhou paz graças a vitória no Choque-Rei por 3 a 1.
Pesaram contra o comandante alviverde o empate sem gols contra a Chapecoense e a derrota para o Sport, ambas no Allianz Parque.
Por isso, a ideia é somar pontos e ir tirando a diferença para o líder Flamengo.
Roger admitiu saudade durante o período sem jogos oficiais. Durante a pausa, o alviverde fez amistosos na América Central e venceu todos os jogos contra: Árabe Unido-PAN (2 a 0), Independiente Medellín-COL (2 a 0) e Liga Alajuelense-CRC (6 a 0).
“Esse longo tempo gera uma saudade imensa do campo, o nível competitivo está pronto para ser exercido”, falou o treinador.
“Até eu tenho tenho vontade de entrar em campo depois de 40 dias”, seguiu. Para Roger, não há favorito para o jogo de hoje.
“Em clássico, não há quem entre mais seguro. Entra igual. Os times sempre estão pressionados. O nosso objetivo é tirar a diferença [de pontos] daqueles que estão na nossa frente”, finalizou.




