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Sem apoio da Caixa, clubes veem receita publicitária reduzir

Cinco dos 12 times da Série A que eram patrocinados pelo banco estatal continuam sem apoiadores

Oito meses após a Caixa Econômica Federal não renovar o contrato de patrocínio com 12 dos 20 times da Série A do Brasileiro, 5 deles continuam sem apoio. A maioria fez novos acordos, mas por valores menores do que era pago pelo banco estatal, que deixou de expor sua marca no futebol, em decisão do governo Jair Bolsonaro (PSL). 

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O banco diz que a “estratégia atual de marketing é voltada para projetos regionais, com maior impacto social e de incentivo ao desenvolvimento de atletas de base”. Dos clubes conseguiram novos apoiadores, 5 são patrocinados por bancos privados. Outros 2, Bahia e CSA, fecharam acordo com empresas regionais. O clube alagoano conseguiu ainda patrocínio do governo do Estado. 

Penúltimo colocado do Brasileiro, o time de Maceió, que estava na Série B em 2018, é o único que diz ter aumentado sua receita. A camisa da equipe passou a expor cinco marcas. Entre elas, a do governo do Estado, que ofereceu R$ 1,5 milhão pelo espaço no uniforme do clube. 

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Lanterna do Brasileiro, o Avaí vive realidade distinta. Segundo o presidente do clube, Francisco José Battistotti, o espaço mais nobre foi oferecido, em vão, por metade do valor arrecadado em 2018. 

“A Caixa pagou R$ 4 milhões no ano passado, eu baixei pela metade, cheguei a pedir R$ 1,8 milhão, mas não encontrei interessados”, disse. 

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Na outra ponta da tabela, a agonia é a mesma. Líder com 32 pontos, o Santos fechou apenas acordos pontuais. O Bahia conseguiu, assim como CSA, um acordo com uma empresa local. O clube assinou com a Dular, revendedora de alimentos, e recebe R$ 9,5 milhões por ano. 

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