Sábado, 25 Junho 2022

A demissão de Donald Trump

A demissão de Donald Trump

Ninguém gosta de ser destituído de seu cargo. A não ser aqueles que entendem que tudo na vida é passageiro, sem brincadeiras. Afinal, estar ocupando u

Ninguém gosta de ser destituído de seu cargo. A não ser aqueles que entendem que tudo na vida é passageiro, sem brincadeiras. Afinal, estar ocupando um cargo e tentar se manter nele é o desejo da grande maioria apegada ao que faz, principalmente ao Poder, e ser bajulado mundo afora. 

Imagina alguém que detém o título de comandar a maior potência comercial do planeta? Pois é, Donald Trump já cumpre aviso prévio e deve repassar ao grupo que ajudará Joe Biden a unificar a nação e manter o poderio e a hegemonia, hoje abaladas por nações como China e Rússia, que tentam manter seu desejo de nação globalizada. 

Para os que são reticentes a esta ideia, analisem que o presidente russo, Vladimir Putin, vai permanecer no poder até 2036. Xi Jinping é um político chinês que tem servido como secretário geral do Partido Comunista da China e presidente da Comissão Militar Central desde 2012, e presidente da República Popular da China desde 2013. Xi tem sido, desde 2012, o líder político mais proeminente da China. 

Não deve mudar o cenário e, este poderio, aliado ao desejo de dominarem o mundo com seus serviços, produtos e decisões globais levarão o novo presidente a conversar e fazer uma coalizão em que os interesses norte-americanos prevaleçam. 

Trump não conquistou o povo americano nos quatro anos em que comandou aquela nação. Abriu canais de diálogo com outras nações, mas, turrão e briguento, acabou perdendo seu status de líder. 

O povo norte-americano entendeu que era hora de dar bilhete de dispensa para ele e substitui-lo por outro funcionário. Um que seja mais aprazível e converse com a nação. Sua vice, Kamala Harris, foi o fiel da balança. Negra, de origem indiana e estudante de uma faculdade para negros, roubou a cena no final da campanha e era o que o presidente eleito precisava. Mudar os rumos e apostar num novo futuro. 

Quem sabe em quatro anos teremos uma mulher no comando máximo dos Estados Unidos! 

Até lá é ver Donald Trump limpar as gavetas, arrumar as malas e se preparar para a transição de governo, do qual ele não queria largar. De jeito nenhum! 

 

Escrito por: Gregório José | Radialista, jornalista e filósofo 

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