segunda-feira, 4 março 2024
ASSUSTADOR

Adolescente de 16 anos é ameaçada de morte e estupro coletivo em Santa Bárbara

A jovem vem sofrendo perseguição e ameaças via WhatsApp; o caso está sendo investigado pelo 2º DP da cidade
Por
Vanessa Oliveira
Foto: Reprodução

Uma jovem, de 16 anos, denunciou uma série de ameaças que vem recebendo através de mensagens via WhatsApp na cidade de Santa Bárbara d’Oeste. A denúncia foi registrada pela mãe da vítima no 2º DP (Distrito Policial) do município e a Polícia Civil investiga o caso.

Conforme registrado no boletim de ocorrência, o perseguidor declarou que observa a adolescente voltando da escola no escuro e que ele e seus comparsas pretendem “arrastá-la para o mato”.

A Rede TodoDia teve acesso as mensagens enviadas à menor de idade, com detalhes do caminho que a vítima passava e descreveu os atos que queria fazer com ela. Com várias falas racistas, ele insinua, inclusive, que haveria mais pessoas para violenta-la.

Em uma das mensagens ele diz: “Sabia que eu sempre vejo você voltando da escola às 9:20? Eu e meus amigos ficamos no escuro e você nem nos vê. Eles estão querendo fazer maldade com você viu. Eles querem pegar e te arrastar pro escuro, mas eles não fazem nada ainda, e direto você passa lá de noite sozinha e nós sabemos onde você mora. Negócio é o seguinte, você quer que a gente continue te deixando em paz?”, ameaça novamente.

Quando a vítima responde que não pretende ter nenhum tipo de interação com o agressor ele responde: “Então, tu prefere levar uma facada?”, realiza a ameaça de morte então. O delegado interino da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Santa Bárbara d’Oeste, José Donizeti de Melo, relatou que o caso segue no 2º DP. “Por ora, o caso não está com a DDM”, informou. Questionado sobre os crimes pelos quais o autor possa responder, o delegado disse que “minimamente de ameaça”.

“Sobre estupro não houveram esses relatos de estupro coletivo. Nem todos os casos prints são verídicos. O celular do autor ainda não foi localizado. Ela foi orientada a não alterar os dados do aparelho”, detalhou. O aparelho da vítima ainda não teria passado pela perícia técnica da Polícia Civil.

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