domingo, 20 setembro 2026

Ajudante é condenado a 16 anos por homicídio

O ajudante geral Diego José Luiz da Silva, 31, foi condenado pelo júri a 16 anos de prisão em regime inicialmente fechado por ter cometido homicídio em Sumaré, em 6 de agosto de 2017. O julgamento ocorreu no dia 29 de outubro, sob a presidência do juiz Aristóteles de Alencar Sampaio, mas a sentença foi publicada no Diário Oficial da Justiça nesta quinta-feira (5). Ainda cabe recurso.

Os fatos ocorreram no dia 6 de agosto de 2017, às 20h54. Testemunhas disseram no boletim de ocorrência que a vítima Paulo José de Souza, então com 31 anos, residente no Parque Virgílio Viel, foi alvejada por um disparo de arma de fogo que atingiu o tórax. A vítima foi socorrida pela ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas não resistiu e faleceu.

Testemunhas disseram na ocasião que a vítima estaria no Bar do César, no local dos fatos, na Rua Maria Elisabete Menuzo, no Parque Virgílio Viel, quando se desentendeu com o acusado, que saiu do local posteriormente.

A vítima teria soltado rojões na rua e voltou a discutir com o autor. Foi quando o acusado, que estava armado com um revólver calibre 38, efetuou um disparo. Em seguida, o acusado deixou o local em um veículo Voyage verde. Na ocasião, as testemunhas disseram que o autor dos disparos era Alemão, que foi posteriormente identificado pela polícia.

Na sentença, o juiz nega a prisão no regime semiaberto porque a pena ultrapassa 15 anos.

DEFESA

A reportagem fez várias ligações no celular do defensor público Euclides Braga da Costa Neto, na tarde desta quinta-feira, mas não conseguiu localizá-lo para informar se pretende recorrer na decisão.

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