Três homens foram presos em flagrante em Americana suspeitos de envolvimento em crimes de furto mediante fraude contra idosos e associação criminosa. A prisão aconteceu em uma ação conjunta da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e da Guarda Municipal na “Operação Idoso Seguro”.
Segundo a Polícia Civil, o grupo abordava principalmente pessoas idosas em caixas eletrônicos. Durante a ação, os suspeitos distraíam as vítimas e trocavam os cartões bancários sem que elas percebessem. Depois, utilizavam os cartões para realizar saques e transferências bancárias de altos valores.
Monitoramento identificou chegada do grupo
De acordo com as investigações, os suspeitos são da capital paulista e foram identificados após o sistema da Muralha Digital da Guarda Municipal detectar a entrada do veículo utilizado pelo grupo em Americana.
A DIG já investigava um caso semelhante registrado na semana passada, em que uma idosa teve prejuízo superior a R$ 20 mil.

Abordagem ocorreu em Americana
Após o monitoramento, equipes da Guarda Municipal e da Polícia Civil realizaram a abordagem dos suspeitos, que estavam em um Renault Sandero vermelho.
Com eles, os agentes encontraram diversos cartões bancários em nome de terceiros, aparelhos celulares e dinheiro em espécie.
Suspeitos atuavam em outras cidades
As investigações apontaram ainda que os suspeitos atuavam em outras cidades do interior paulista. Na sexta-feira (22), uma nova vítima foi identificada em Tatuí, após sofrer prejuízo provocado pelo mesmo golpe.
Os policiais também localizaram um cartão bancário pertencente a uma vítima de São José dos Campos.
Trio foi levado para a DIG
Os três homens foram encaminhados para a sede da DIG de Americana, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de associação criminosa e furto mediante fraude.
Após os procedimentos de polícia judiciária, os suspeitos foram levados para a Cadeia Pública de Sumaré, e permaneceram à disposição da Justiça para suas audiências de custódia, no início da próxima semana.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outras possíveis vítimas e integrantes do grupo criminoso.
Em nota, a equipe da delegacia especializada adiantou que o caso pode avançar caso alguma vítima saiba das prisões através da imprensa e buscam a polícia civil, ou logo após a quebra de sigilo e a extração dos dados dos celulares dos investigados.
“Enquanto isso, pesquisas de BOs nesta mesma natureza criminal estão sendo realizadas, objetivando localizar vítimas e modus operandi semelhantes para saber se são os mesmos autores envolvidos”, completou a DIG.





