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Star Wars em Orlando, EUA

Novo simulador da Disney coloca visitante para lutar ao lado de jedi

Pelos parques da Disney, a convocação está estampada em cartazes: “Join the Resistance”. Em português, “junte-se à resistência”. Neste caso, Resistência é o grupo de heróis que tenta vencer o mal em “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, o nono e, até que provem o contrário, último filme da saga Star Wars, que estreou nos cinemas do Brasil esta semana. 

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Entrar na Resistência é fisicamente possível para quem visitar o Walt Disney World, em Orlando. Um dos quatro parques do complexo, o Disney’s Hollywood Studios, abriu na semana passada a atração Rise of the Resistance, uma experiência sem precedentes de imersão no universo Star Wars. 

O brinquedão fica na Galaxy’s Edge, área temática inaugurada em Orlando em agosto deste ano. Sua versão na Disneyland, na Califórnia, foi aberta antes, em maio. 

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Os cenários reproduzem o visual de planetas que aparecem nos filmes da saga. Os brinquedos estão dispostos entre lojinhas, bares e restaurantes que vendem produtos idealizados pelos criadores da cenografia dos longas. 

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Esse desfile de bibocas divertidas, como uma loja de antiguidades siderais ou a Cantina do Oga, um daqueles bares frequentados pela escória das galáxias, ganhou a companhia de duas atrações para marcar a conclusão da saga nas telas. 

Millennium Falcon: Smmuglers Run, um simulador que permite ao visitante pilotar a célebre nave de Han Solo e Chewbacca, foi inaugurado antes na Califórnia. Agora na Flórida, essa atração espetacular acaba sendo ofuscada pelo impacto de Rise of the Resistance, com uma proposta que supera qualquer ousadia dos simuladores. 

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AT-ATs do antigo Império

Desta vez, quem resolve encarar a brincadeira entra dentro do filme. A melhor definição do ambiente é a comparação com um set de filmagem. Os turistas percorrem a reprodução de uma nave dos “malvados” de Star Wars, repleta de troopers, aqueles soldados de armadura branquinha. São cenários enormes, ou pelo menos projetados para dar essa impressão. E são bem convincentes nisso. 

Os visitantes entram andando, encontram troopers, fogem num elevador e, é bom segurar a respiração, ficam diante de Kylo Ren, o vilão da atual trilogia do cinema, que é neto de Darth Vader e filho de Han Solo e da Princesa Leia. 

Então é hora de entrar em um veículo aberto, como um kart para oito pessoas (duas filas de quatro assentos), que desliza no chão como aqueles carrinhos de bate-bate dos antigos parques de diversão. 

Aí começa uma fuga alucinada, cheia de tiros e explosões, até que é aberto um buraco na parede dessa espécie de fortaleza em que a coisa acontece, e o carrinho vai para o espaço, num delírio total. 

Tem muito mais, mas vale evitar spoilers. A jornada é inebriante, e a sensação de estar trabalhando como figurante de um filme é forte o bastante para que o visitante imagine ouvir a qualquer hora o grito de “corta!” do diretor. 

Um dos acertos da atração é apresentar aos visitantes personagens que usam capacetes que encobrem seus rostos, como Kylo Ren e os troopers. Se fossem convocados para a brincadeira heróis como Luke Skywalker ou os jovens Rey e Finn, esses seriam substituídos por atores. Os rostos diferentes do elenco original poderiam quebrar a magia da imersão. Diante de vilões que usam capacetes, a brincadeira flui mais. 

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Caça X-Wing da Resistência

Todo o esquema de segredo que envolveu a produção se justifica. Até os funcionários do parque estão loucos para ir. Em lugares diferentes, várias pessoas se aproximaram do repórter, que usava no pescoço um crachá escrito Rise of the Resistance. Eram muitas perguntas, todos ansiosos para saber se a atração é realmente bacana. 

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