sábado, 20 julho 2024

Bolsonaro prevê manter auxílio e ampliar privatização

No documento intitulado “Pelo Bem do Brasil”, o candidato à reeleição afirma que, diante das crises, é preciso proteger os cidadãos com valores tradicionais

Foto: Adriano Machado / Reuters

No plano de governo que apresentou ao TSE, o presidente Jair Bolsonaro (PL) destaca a Covid e a Guerra da Ucrânia como fatores que limitaram o crescimento da economia brasileira durante sua gestão e propõe a manutenção do Auxílio Brasil, a ampliação de privatizações e do acesso da população a armas.

No documento intitulado “Pelo Bem do Brasil”, o candidato à reeleição afirma que, diante das crises, é preciso proteger os cidadãos com valores tradicionais: Deus, pátria, família, vida e liberdade. O último item é listado como um dos princípios centrais de seu plano de governo. Ao citar a liberdade para a “defesa de direitos”, o documento reforça, na visão da campanha, a importância de potencializar os mecanismos de legítima defesa que autorizam o uso da força, inclusive com armas de fogo.

“Assim, neste segundo mandato serão preservados e ampliados o direito fundamental à legítima defesa e à liberdade individual, especialmente quanto ao fortalecimento dos institutos legais que assegurem o acesso à arma de fogo aos cidadãos”, registra trecho do documento de 48 páginas.

Com o fortalecimento de mecanismos que assegurem o acesso a armas de fogo, os estrategistas de Bolsonaro afirmam acreditar que haverá diminuição de invasões de propriedade e conflitos no campo. O número de novas pistolas liberadas pela PF cresceu 170% sob Bolsonaro.

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