segunda-feira, 31 agosto 2026

Lula vai às lagrimas ao reafirmar seu compromisso contra a fome no país

Presidente discursou para aliados nesta tarde em Brasília  

O presidente eleito Luís Inácio Lula da Silva (PT), chorou durante um discurso nesta quinta-feira (10) para aliados em Brasília, ao reafirmar seu compromisso no combate a fome no país.

O discurso aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona a transição de governo. Ao lado de Lula estavam o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin e a presidente do PT, a deputada Gleise Hoffmann.

“Se quando eu terminar este mandato, cada brasileiro estiver tomando café, estiver almoçando e estiver jantando, outra vez eu terei cumprido a missão da vida”, afirma Lula.

Nesse momento Lula começa a chorar e é aplaudido pelos presentes. Ao retomar sua fala, Lula disse que “jamais esperava” que a fome “voltasse” ao Brasil.

“Desculpem, mas o fato é que eu jamais esperava que a fome voltasse a este país. Jamais. Quando deixei a Presidência da República, imaginava que nos dez anos seguintes este Brasil estaria igual à França, estaria igual à Inglaterra, teria evoluído do ponto de vista das conquistas sociais”, comentou.

Ainda durante o discurso, Lula também afirmou que Alckmin não será ministro no seu governo.

No decorrer do discurso, o presidente eleito disse que os “perdedores” da eleição terão o direito de “escrever” a história do país e contribuir para a transição.

“A gente costuma dizer que quem conta a história de uma nação são os vencedores, os perdedores não têm o direito de escrever. Nesse caso eu queria dizer para vocês: os perdedores vão ter o direito de escrever e vão ter o direito de participar desse processo de transição e desta governança”, afirmou o presidente eleito.

Lula também comentou o relatório das Forças Armadas sobre o resultado das eleições, divulgado nesta quarta-feira (9).

“Não sei se o presidente está doente. Ele deveria vir a TV pedir desculpa às Forças Armadas. As Forças Armadas foram humilhadas apresentando relatório que não diz nada, nada! Daquilo que tanto tempo ele acusou. Um presidente não pode mentir, não é aceitável”, ressaltou. 

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