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Americana e Nova Odessa registram aumento no consumo de água

Com o fechamento do comércio não essencial e das escolas por conta do coronavírus, as famílias estão confinadas em casa

As companhias de saneamento básico de Nova Odessa e Americana registraram aumento do consumo de água, um dos efeitos da quarentena decretada no Estado para evitar a contaminação pelo novo coronavírus (Covid-19).  

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Em Sumaré, a BRK Ambiental ainda não constatou aumento do consumo. Com o fechamento do comércio não essencial e das escolas, as famílias estão confinadas em casa. 

Em Nova Odessa, o consumo aumentou 15%. A Coden (Companhia de Desenvolvimento) de Nova Odessa informou que verificou esse aumento médio no consumo desde a última semana. “Se antes tratávamos entre 14 e 15 milhões de litros de água por dia para abastecer a cidade, hoje estamos tratando entre 16 e 17 milhões”, informou a companhia. 

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Está descartada possibilidade de colapso. “Nossa Estação de Tratamento de Água trabalha com uma grande margem de segurança, considerando o crescimento populacional do município e situações pontuais como essa”, diz a Coden. 

Os picos de consumo estão dentro da normalidade, apontou o CCO (Central de Controle Operacional) da Coden e estão descartados rodízio e racionamento. 

O DAE de Americana informou também que houve aumento de consumo de água, mas não há como precisar o percentual. “Toda água produzida é consumida pela população e a sobra é reservada. A reservação reduziu e não existe regra operacional para sistema de rodízio no município de Americana”, diz nota da autarquia. 

CUIDADOS 

Na contramão, a BRK Ambiental informou que, até o momento, não houve alteração considerável com relação ao consumo de água em Sumaré. No entanto, a BRK reforça a necessidade de atenção ao consumo de água e aos cuidados com as redes de esgoto neste período atípico. “A permanência por mais tempo em casa, devido às recomendações de entidades médicas para evitar aglomerações e deslocamentos que não sejam essenciais, muda também os hábitos de consumo das famílias. Fundamental evitar o desperdício e praticar, mais do que nunca, o consumo consciente”, informou a empresa, em nota. 

A Sabesp (Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo) ainda não se manifestou sobre a situação em Hortolândia. O DAE de Santa Bárbara d’Oeste prestará as informações hoje. 

FALTA D’ÁGUA 

Enquanto há aumento do consumo, os moradores reclamam da falta de água. Foi o caso do industriário José Paulo Rodrigues Negrão, residente na Rua Dinamarca, no Jardim Europa, em Santa Bárbara. Segundo ele, faz 40 dias que a água seca nas torneiras às 7h e volta às 18h todos os dias, o que compromete a higienização da casa e do quintal. 

Foi a segunda reclamação que fez ao TODODIA neste período. Na primeira reclamação, no dia 5 de março, a assessoria de imprensa da autarquia informou que a queixa do morador não procedia. 

Em Americana, a autônoma Claudia Guedes, 40, residente na Rua Ipojuca, no Jardim Ipiranga, reclamou que estava sem água em casa há dois dias e que até mesmo a reserva da caixa d´água havia esgotado. 

O DAE de Americana informou que houve um novo rompimento da subadutora na Avenida Campos Salles, ontem, e a previsão de conclusão dos reparos era nesta quarta-feira (25). O abastecimento de água da região ficou comprometido em função da interrupção. 

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