Domingo, 16 Janeiro 2022

CMDCA confirma eleitos para o Conselho Tutelar em Americana

CMDCA confirma eleitos para o Conselho Tutelar em Americana

Em reunião realizada ontem (11), a comissão eleitoral do CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) de Americana determinou q

Em reunião realizada ontem (11), a comissão eleitoral do CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) de Americana determinou que as 10 candidatas não eleitas e que contestam a eleição para o Conselho Tutelar do município, realizada no último domingo (6), apresentem provas das alegações em um prazo de cinco dias. Os documentos serão anexados a um procedimento investigatório, aberto para apurar 18 denúncias formuladas contra o processo de escolha dos cinco membros do órgão. 

No mesmo despacho de ontem, o CMDCA homologou tantos as atas elaboradas nos locais de votação quanto o resultado da eleição. 

O conselho também cobrou explicações de "pessoas envolvidas em boletim de ocorrência", mas não especificou do que se trata esse registro. Ao todo, 18 candidatos chegaram à fase final de escolha dos conselheiros, que é a votação popular. 

OS ELEITOS 

Rodrigo Miletta Sousa da Rocha (880 votos); Marcia Adriana Cesareto Borges (669); Jair Calixto de Sena (662); Pedro Aparecido Gatti (519) e Osmar Gonçalo Périco (512) foram os vencedores. A posse dos eleitos está prevista para janeiro, para quatro anos de mandato (2020 a 2024). 

Dois dias depois da votação, porém, um grupo de dez candidatas que não foram eleitas protocolou um pedido de anulação do pleito, apontando supostas irregularidades na votação e condutas alegadamente ilícitas por parte de três candidatos eleitos, que não tiveram os nomes divulgados. O diretório municipal do PSOL também representou contra o resultado da eleição. 

Elas apontaram a votação no bairro Antonio Zanaga - que terminou após o prazo previsto - e o uso de "propagandas vedadas, como publicação em jornal da cidade e publicações patrocinadas no Facebook, bem como de campanha explícita por parte de vereador da cidade, através do aplicativo Whatsapp, e por parte de entidades religiosas, diretamente ou por meio de instituições sociais por elas geridas". 

A reportagem solicitou ontem um posicionamento das candidatas que questionam o processo, por meio de um de seus advogados, mas não houve retorno até o fechamento desta edição. 

 

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