A greve dos trabalhadores terceirizados da Replan, Refinaria de Paulínia, chegou ao fim nesta terça-feira (1º), após 16 dias de paralisação. Com o acordo fechado entre representantes sindicais e empresas, os funcionários devem retornar às atividades nos próximos dias, encerrando a mobilização que afetou serviços de manutenção e operações terceirizadas na unidade.
O entendimento foi construído após uma rodada de negociações que definiu os índices econômicos e as condições relacionadas ao período de greve. Pelo acordo, os trabalhadores terão reajuste salarial de 7%, com validade retroativa a 1º de maio.
Também foram estabelecidos reajustes em outros benefícios. O Participação nos Lucros e Resultados (PLR) terá aumento de 7,14%. Já a cesta natalina terá reajuste de 6,5%. O café da manhã e o vale-alimentação terão reajuste de 10% cada um, ambos também retroativos a 1º de maio.

Outro ponto do acordo trata dos dias de paralisação. Ficou definido o abono de 50% dos 12 dias úteis de greve, enquanto os outros 50% serão compensados pelos trabalhadores após o retorno às atividades.
Com a assinatura do acordo, a greve é oficialmente encerrada e a expectativa é de normalização gradual dos serviços na refinaria, uma das principais unidades do setor no país.





