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TODODIA 13 de outubro de 2026
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Cidades

RMC tem melhores rodovias do país

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Pesquisa da CNT (Confederação Nacional dos Transportes) aponta que os trechos das principais rodovias que cortam a RMC (Região Metropolitana de Campinas) estão entre as quatro melhores estradas do Brasil.

 

A Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) é considerada a melhor rodovia do país pelo sétimo ano consecutivo. Em segundo lugar, aparecem as Rodovias D. Pedro I (SP-65) e a Adhemar de Barros (SP-340), que formam a ligação entre Campinas e Jacareí. A Rodovia Anhanguera (SP-330), ligação de São Paulo a Uberaba (MG), figura na quarta colocação. Todas são consideradas “ótimas”, segundo a 22ª edição da Pesquisa Rodoviária da CNT, que avaliou 107,1 mil quilômetros de rodovias em todo o Brasil.

 

O estudo, divulgado em Brasília (DF), traz um ranking das 20 melhores rodovias do país. Ao todo, 18 estão em São Paulo, com algo em comum: todas são concessões estaduais paulistas à iniciativa privada e fiscalizadas pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo).

 

Outro dado apurado pelos técnicos da CNT demonstra que a malha rodoviária que passa por São Paulo é a melhor do Brasil, com 78% de sua extensão classificada como “ótima” ou “boa”. Considerando todo o país, 57% dos trechos avaliados apresentaram estado geral com classificação “regular”, “ruim” ou “péssima”.

 

“O levantamento da CNT é de extrema importância não apenas porque qualifica o trabalho que fazemos junto às concessionárias, mas também porque aponta onde ainda é possível atuarmos para melhorar ainda mais as rodovias paulistas”, avalia Giovanni Pengue Filho, diretor geral da Artesp.

 

A importância de uma malha viária em boas condições está diretamente ligada à segurança, economia e também ao meio ambiente. De acordo com a CNT, as más condições do pavimento das rodovias representam acréscimo médio do custo operacional do transporte da ordem de 26,7%.

 

As deficiências impactam a manutenção dos veículos, com maior desgaste de pneus e freios e aumento do consumo de combustível. São prejuízos que a malha concedida de São Paulo não agrega aos seus usuários.

 

O resultado obtido pelas rodovias do estado é consequência, segundo a Artesp, das bases definidas pelo Programa Estadual de Concessões Rodoviárias do Estado, iniciado em 1998.

 

Responsável por gerenciar e fiscalizar o Programa nos últimos 16 anos, a agência responde pela qualidade das obras nos atuais 8,4 mil quilômetros de rodovias sob concessão, que somam, desde o início do programa, investimentos de R$ 101,8 bilhões, considerando a execução das obras e a manutenção.

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TD
Redação TODODIA TODODIA — jornalismo das regiões de Campinas e Piracicaba

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