quinta-feira, 14 maio 2026

Santa Bárbara faz ‘campanha’ para prevenir novos casos da varíola dos macacos

Depois do primeiro caso confirmado, população recebe orientações 

CONTAMINAÇÃO | Um dos sintomas da varíola é o surgimento de bolhas na pele (Foto: Divulgação)

Diante do primeiro caso positivo de varíola dos macacos (Monkeypox) em Santa Bárbara d’Oeste, a prefeitura informou que com o auxílio da Vigilância Epidemiológica Municipal realiza ações de orientação à população visando a prevenção de novos casos. 

Por se tratar de uma doença em que a contaminação ocorre através de contato próximo com lesões, fluídos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, a recomendação é a higienização constante das mãos – lavar bem as mãos após secreções respiratórias ou contato com outras pessoas, em especial aquelas que estejam com sintomas. Além disso, a orientação é para usar máscara e manter o distanciamento social.

Ao ter contato com uma pessoa já contaminada, a recomendação é que sejam usadas luvas e equipamentos de proteção individual para que não haja contaminação através das secreções do doente.

Para aqueles que apresentarem os sintomas, como bolhas na pele, dor de cabeça, febre, linfonodos, dores musculares e no corpo, dor nas costas e fraqueza profunda, devem procurar os serviços de atendimento médico.

Segundo a administração municipal, os casos suspeitos, confirmados e pessoas que tiveram contato com os já diagnosticados com a varíola dos macacos estão sendo monitorados pela Vigilância Epidemiológica.

O primeiro caso foi confirmado na última sexta-feira (15) pela Secretaria de Saúde de Santa Bárbara d’Oeste. O morador é um jovem de 30 anos que não tem histórico de viagem ao exterior. O homem está em casa e é acompanhado pelas autoridades de saúde da cidade.

Na região, além de Santa Bárbara d’Oeste, Campinas também registrou um caso de varíola dos macacos. O paciente é um homem de 31 anos, que recentemente viajou para a capital paulista, onde participou de eventos. Ele cumpre isolamento domiciliar e está bem. Indaiatuba registrou dois casos e Vinhedo, um.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a partir do primeiro contato com o vírus, os sintomas iniciais podem demorar de cinco a 21 dias para aparecerem. O risco de transmissão da doença é considerado baixo.

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