Pacientes com suspeita de contaminação terão material para exame coletado nas UPAs Macarenko e Matão, além do Cresser
Após a confirmação do terceiro caso de variola dos macacos nesta segunda-feira (22), a Secretaria de Saúde de Sumaré definiu as unidades de referência para pacientes com suspeita de contaminação da doença. As UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) Macarenko e Matão, além do Cresser (Centro de Referência da Saúde Sexual e Reprodutiva), concentrarão os pontos de coleta de material para exame que confirma a infecção pela doença.
“Caso moradores com suspeita da doença procurem as unidades da rede municipal, primeiro será realizado pelo profissional da unidade um contato com a Vigilância Epidemiológica e, a partir daí, o paciente pode ser encaminhado às unidades de referência para coleta do material para análise”, explicou a superintendente da Vigilância Epidemiológica, Denise Barja.
Para se ter o diagnóstico é preciso realizar a coleta de secreção das feridas ou da crosta formada sobre a pele. Depois de coletado, o material é enviado ao Instituto Adolfo Lutz, na capital paulista.
A Secretaria de Saúde confirmou o terceiro caso de contaminação no município. Um paciente de 26 anos, morador da região central, foi diagnosticado e está em isolamento domiciliar. Na semana passada foram confirmados os dois primeiros casos, um morador de 26 anos do Matão e outro de 28, da região do Picerno.
“Os pacientes estão em isolamento domiciliar, sem agravamento, e sendo monitorados por equipes da pasta”, completou Denise.
O secretário de Saúde de Sumaré, Rafael Virginelli, afirmou que os cuidados e orientações sobre a doença serão reforçados. Uma sala de situação, composta por equipes dos setores da pasta envolvidos, foi montada para monitorar a doença na cidade. Os profissionais da pasta passaram ainda por uma capacitação sobre a varíola dos macacos. No encontro foram abordados temas como a situação atual da doença, sua transmissão, investigação epidemiológica, manejo clínico, cuidados domiciliares, diagnóstico laboratorial, tratamento e monitoramento. Além disso, a formação tratou da coleta de material, notificação e cadastro das amostras.
“Todas as unidades de saúde estão preparadas para atender à população, de forma a realizar o diagnóstico adequadamente.





