Instalação com 11 painéis retrata a vida do artesão de Santa Bárbara que contribuiu para a cultura da cidade
Barbarense e de uma família de lavradores, o artista trabalhou como tropeiro, na Oficina Romi durante a época da Segunda Guerra Mundial e, ao fim desta, tornou-se funileiro. Ao se aposentar da funilaria, a madeira passou a ser base exclusiva de seu trabalho. Começou a utilizar sucatas de madeira, bambu e cabos de vassoura para criar cestas e fruteiras, e posteriormente, os famosos animais.
Aos 93 anos, Roldão estava gradativamente perdendo sua visão, mesmo assim não deixou de produzir novas obras, contando com o auxílio de Ana Luiza, sua filha e responsável pelas fotos dos painéis, para finalizá-las. Um ano depois, em 2011, Roldão faleceu deixando um legado, através de suas obras, uma história de determinação, simplicidade, alegria e amor pela arte e pela cidade, contribuindo para o progresso e desenvolvimento do artesanato local, bem como teve grande participação no contexto cultural e histórico do Município.





