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Cão teria sido morto a tiro em Santa Bárbara

Dona acusa vizinho de atirar em animal, mas ele nega, e situação vira caso de Polícia

O aposentado N.M., de 59 anos, está sendo acusado de matar com um tiro o cachorro “Teco”, da dona de casa S.A.S.F., de 56 anos, na manhã de quarta-feira (17), no bairro Cruzeiro do Sul, em Santa Bárbara d’Oeste. Ambos são vizinhos e o caso foi parar na Delegacia de Polícia, onde foi registrado um boletim de ocorrência por suposto abuso contra animais. 

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O animal, de sete anos, porte médio e sem raça definida, teria escapado da residência na Rua Dr. Luiz Gonçalves, e entrado na casa do vizinho, cujo portão estava apenas encostado. 

De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 1º Distrito Policial, policiais foram solicitados ao local, onde a proprietária informou que o vizinho teria matado o cachorro com arma de fogo. 

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O delegado Gelson Aparecido de Oliveira Barreto determinou perícia no local e laudo veterinário. Após a liberação, S. encaminhou o animal para uma clínica veterinária para exame de necrópsia e, posteriormente, o laudo documentado será anexado ao processo. 

Uma equipe do Centro de Controle de Zoonoses esteve no bairro, mas, segundo a prefeitura, não realizou nenhum tipo de procedimento. 

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ACUSADO NEGA 

O aposentado confirmou à reportagem ter jogado uma pedra no animal, mas disse que jamais atirou. “Nunca usei arma, não tenho nada disso em casa”, rechaçou o vizinho. “São vários cachorros, eu também tenho dois, gosto de animais. O portão estava meio encostado, e ele entrou em casa. Estava fazendo a comida e ficou perturbando. Como ando meio nervoso, fiquei com raiva, peguei uma pedra e joguei nele, apenas para espantá-lo, jamais quis matá-lo. Depois, ela (vizinha) e mais uma pessoa entraram xingando no meu portão que eu tinha matado o animal”, contou. 

O aposentado, vizinho da proprietária há oito anos, disse que pediu perdão à ela após o ocorrido. “Fiquei com dó, ele (cão) não merecia, uma judiação”, comentou. Segundo ele, a vizinha mantém um canil em sua chácara. 

A dona do animal disse que pedra não deve ter sido. “Ele morreu muito rápido, teve hemorragia pela boca e pedra não deixa furo”, explicou. 

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