Ao todo, país já soma 7 treinadores estrangeiros apenas no Brasileirão
Depois de Portugal, a Argentina é quem tem maior presença entre os forasteiros, com Juan Pablo Vojvoda, no Fortaleza, e “Turco” Mohamed, no Atlético-MG. O paraguaio Gustavo Morínigo, do Coritiba, e o uruguaio “Cacique” Medina, do Inter, completam a lista.
Com sete profissionais, a elite do futebol nacional reúne mais estrangeiros do que algumas das grandes ligas europeias.
Na Serie A italiana, por exemplo, apenas cinco técnicos (de 20 clubes, ou seja, 25%) são de outras nações: o sérvio Sinisa Mihajlovic, no Bologna; o alemão Alexander Blessin, no Genoa; o português José Mourinho, na Roma; e os croatas Igor Tudor, no Hellas Verona, e Ivan Juric, no Torino.
Outra liga de 20 clubes que conta com cinco forasteiros no comando é LaLiga: os argentinos Diego Simeone, no Atlético de Madrid, e Eduardo Coudet, no Celta de Vigo; os italianos Alessio Lisci, no Levante, e Carlo Ancelotti, no Real Madrid; além do chileno Manuel Pellegrini, no Real Betis.
Na França, a participação estrangeira na elite é ligeiramente maior. Dos 20 times, seis (30%) apostam em nomes de fora.





