Com 15 pontos e na 12ª posição na Série B do Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta jogará no sábado diante do Figueirense, no estádio Orlando Scarpelli com a cartilha “Copa do Mundo” nas mãos. Para os atletas, os jogos realizados na Rússia deram uma prova inequívoca de que é possível ser competitivo apesar de limitações no aspecto técnico.
“A Copa do Mundo é o maior exemplo. A equipe tem que jogar de maneira coletiva. Quando a equipe está bem a gente não toma gol, faz gol. Esta semana será decisiva para ajustarmos tudo e arrancarmos na competição”, afirmou o zagueiro e capitão Renan Fonseca.
Na sua visão, as partidas demonstraram que o foco deve ser na execução da proposta de jogo e a colheita dos frutos nos 90 minutos. “Toda a referência é a Copa do Mundo. Se marcar bem e não ficar exposto existe chance de vencer o jogo. Diante do Figueirense é uma final porque é um concorrente direto”, analisou. O time catarinense está na terceira posição com 21 pontos, seis a mais que a Macaca.
O beque recordou um período desta temporada cuja a força do conjunto foi essencial, como na conquista do Torneio do Interior em que a Ponte Preta inverteu as previsões. Na fase classificatória, o time viveu sob a ameaça do rebaixamento.
“No começo do ano tínhamos a defesa menos vazada do campeonato paulista. É questão de ajustar. Foram dois jogos seguidos com expulsão. É buscar o equilíbrio e o fato de atuar sem torcida foi uma grande dificuldade. Temos que ajustar para não dar brecha”, afirmou Renan Fonseca.
REFORÇOS
Recentemente contratados, o lateral direito Ruan, o goleiro Ygor e o atacante Neto Costa já estão integrados ao elenco e podem ser utilizados nas próximas rodadas pelo técnico interino João Brigatti.




