Executivo e o vice Valter Ferreira seguirão no comando da entidade até 2026
Ricardo Molina foi eleito para um novo mandato à frente da Liga de Basquete Feminino (LBF). A votação foi realizada nesta segunda-feira (21), por meio de videoconferência com a presença de representantes de 10 dos 12 clubes filiados, além da presidente da comissão de atletas da LBF, Mariana Camargo.
A chapa única da eleição, intitulada Respeito ao Basquete Feminino e composta pelo vice-presidente Valter Ferreira, teve aprovação unânime e assumirá o novo mandato em 26 de maio para o quadriênio que terminará em 25 de maio de 2026.
Presidente da LBF desde 2018, Ricardo Molina tem 44 anos e é empresário do setor de saúde com formação em gestão comercial e marketing.
“Quero agradecer a todos que nos últimos quatro anos estiveram com a gente: ao Valter, que age como um verdadeiro vice-presidente, nos ajudando a tomar decisões. Ao conselho de administração, conselho fiscal, comissão de atletas e dirigentes. À nossa equipe de trabalho; somos poucos, mas trabalhamos com afinco, responsabilidade, buscando os melhores resultados e sabendo que precisamos seguir evoluindo”, disse Molina
“Este novo mandato terá o mesmo empenho de quando começamos, anos atrás. Vejo a governança da LBF com muita tranquilidade. Uma entidade estruturada, a caminho de uma profissionalização, com uma maior maturidade das equipes; estamos em um patamar muito mais avançado do que quando começamos. Hoje eu vejo aquilo que sempre prezei no basquete. Sinto a LBF pronta para que outras presidências possam vir e dar continuidade ao trabalho. Só assim a gente consegue crescer e se desenvolver ainda mais”, afirma.
Molina foi gestor de basquete em Americana por dez anos, comandando o clube que segue como o maior campeão da história conquistando no período 22 títulos, dentre eles quatro da LBF. Em reconhecimento ao trabalho realizado à frente da competição, recebeu o Troféu Quinto Tempo na categoria dirigente, honraria que premiou as personalidades do basquete brasileiro.
Em 2006, Molina assumiu a gestão de Negócios, Produtos e Marketing da Unimed, e, de forma voluntária, pediu para assumir a presidência da ADCF (Associação Desportiva de Cooperados e Funcionários da Unimed) responsável pela gestão do basquete feminino. Naquele momento a equipe adulta estava desativada e o projeto social com pouco mais de 200 crianças.
O grande desafio de Molina era como aumentar o número de crianças no projeto social. Ele reativou a equipe principal, que se tornou referência para o projeto social. Em pouco tempo, com a equipe principal, já eram mais de 500 crianças só em Americana. Molina levou a equipe principal para jogar em Nova Odessa e Santa Bárbara e abriu núcleos sociais nas duas cidades. E o projeto somou entre as três cidades mais de 1.500 crianças envolvidas com o basquete, que gerou oportunidade social, educacional, esportiva e a saúde.
A equipe principal conquistou mais de 22 títulos em nove anos de atividade. Duas vezes campeã do Sul-Americana, quatros vezes campeã do Brasileiro, campeã do Paulista, Jogos Abertos e Jogos regionais. Assim Americana se destacou no cenário do basquete feminino brasileiro e foi considerada a melhor equipe do continente Sul-Americano.




