
Policiais civis da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) de Americana prenderam dois homens por tráfico de drogas na tarde de quarta-feira (20), em Hortolândia. Durante a ação, foram apreendidos 5,5 quilos de entorpecentes em um laboratório clandestino instalado na edícula de um imóvel na Rua Três, no Residencial Veccon Buriti.
A descoberta ocorreu durante a “Operação Máquina”, que teve início após investigações sobre um ponto de venda de drogas no Jardim Nova Europa.
Trabalho de inteligência levou às prisões
Segundo a Polícia Civil, as investigações permitiram identificar a estrutura do grupo criminoso e localizar o imóvel utilizado para o refino, fracionamento e distribuição das drogas.
Dois homens, de 41 e 42 anos, foram apontados como integrantes do esquema. Um deles seria responsável pelo funcionamento do laboratório, enquanto o outro atuaria como gerente da atividade criminosa.
Com base nas informações levantadas, a Justiça autorizou mandados de busca e apreensão. Durante monitoramento do local, os policiais observaram movimentação considerada suspeita e decidiram entrar no imóvel.
“Laboratório” tinha estrutura completa
No interior da edícula, os agentes flagraram um dos investigados embalando drogas. Foram apreendidos 5,5 quilos de entorpecentes, entre eles “tijolos” de crack, porções de cocaína e drogas já prontas para venda.
Também foram encontrados materiais utilizados no preparo das substâncias, mais de 10 mil embalagens vazias, balanças de precisão, celulares e uma motocicleta usada no esquema.
O suspeito foi preso em flagrante no local.

Gerente da quadrilha foi preso em casa
Na sequência, os policiais foram até a casa do segundo investigado, apontado como gerente da organização, onde ele foi localizado e detido.
No imóvel, foram apreendidos celulares, cerca de R$ 2 mil em dinheiro e um veículo Honda Fit, que seria utilizado para abastecer o laboratório e o ponto de venda.
Os dois homens foram indiciados por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Após exames médicos, eles foram encaminhados para a Cadeia Pública de Sumaré. O caso segue sob investigação.





